sábado, 31 de outubro de 2015

Monstro do lago ness

Halloween de 2015

Eis o meu pequeno e bloqueado (em 158 países) contributo para a noite das bruxas:

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Monstro do lago ness

Frase do mês nº47

 

Vocês nem imaginam a quantidade de barbaridades que foram ditas neste dia pela mesma pessoa. É pena que não tenho prints de todos os seus comentários, senão, teria frases do mês para os próximos dois anos.
Monstro do lago ness

Vitória da Alana


Neste último top de cantoras/artistas musicais femininas sensuais, das três últimas concorrentes, apenas a Alana recebeu votos e obviamente, ganhou. Eis uma canção para vos fazer sentir felizes:

domingo, 20 de setembro de 2015

Monstro do lago ness

Fan fic: O percursor da morte parte 9

Esta fan fic NÃO É baseada em factos nem em pensamentos reais, portanto, escusam de contatar as Villas Ramadas.
Dia 12, Segunda-feira

Tirando o tempo em que eu pensei acerca do que chegou a levar o meu avô a esquartejar órgãos genitais e a coleccionar esperma em frascos, este início do dia até correu muito bem. Não obstante, eu necessitaria de ter mais cuidado neste do que nos outros já passados, dado que, finalmente, o sol ergueu-se para lembrar as pessoas dos seus empregos e também para que se ergam quase no mesmo instante. A conveniência em estar sempre alerta num dia em que os únicos cidadãos que teriam a confiança de um polícia ou agente estão fora é precisamente por essa causa: Passam o dia a viajar de um canto para o outro, podendo, eventualmente, assistir à prática de um crime e denunciar a quem o cometeu.

Felizmente, hoje passei o dia dentro de casa...ou melhor, dentro de várias. Não só a minha, como a do meu avô, mas também na da minha querida e deliciosa prima Lara, a causa pela intensa espera do fim do dia de ontem. Eu estava em chamas por poder conceder a honra a mim mesmo de satisfazer os meus apetites sexuais, usando uma rapariga indefesa como alvo. Porém, eu tive de me acalmar. Não podia entrar em casa dela de relance nem a qualquer hora: tive de esperar até à uma da tarde, hora em que há verdadeiras certezas de que os adultos estão no seu trabalho, a almoçar, sem nenhuma preocupação, dado que o próprio local de emprego era relativamente longe da habitação dos empregados. Nem era sequer racional deixar uma jovem com o trabalho forçado de cozinhar para três pessoas, quando duas já tinham a possibilidade de se abastecer no próprio estabelecimento de emprego ou num restaurante local: é o que facilita, para quatro, um trabalho na cidade.

Com o relógio do telemóvel a marcar as 12:35h, saí da casa do idoso em direcção à da minha próxima presa. Passei o tempo a pensar nas loucuras que poderia fazer com uma pequena donzela em perigo nas minhas mãos de criminoso. Talvez se eu enroscasse o seu corpo com as mãos e a apertasse com toda a força, o sofrimento dela seria mais reduzido...mas eu não poderia deitar por água abaixo uma oportunidade destas, para revelar a minha faceta sexualmente sádica.

Quando finalmente cheguei, fui ver as horas e estas marcavam as 13:00. Logo vi que este dia estaria repleto de sorte. Ainda antes de bater à porta, escondi-me atrás da fachada da vivenda, inocentemente e olhei para uma janela, que dava para o seu quarto. Repentinamente, não vi ninguém, mas após esperar alguns segundos, consegui visualizar a minha vítima: Lara continuava a ostentar os seus longos cabelos louros, pele clara e olhos brilhantes. Vestia apenas um macacão verde e curto, deixando-lhe os braços, o peito e as pernas de fora. Só de a ver durante uns poucos segundos, fiquei imediatamente excitado e bem poderia masturbar-me no momento, mas não o quis fazer. Tive de suster todos os meus apetites insanos para ela, diretamente.

Foi então que regressei à fachada e bati à porta. Julgo que ela me tivesse visto pelo pequeno óculo da porta, daí ter aberto a porta rapidamente. Logo que olhou para mim, soltou um radiante sorriso, mas voltou-se para trás, instantaneamente. Aí, eu tive de começar a sessão, já não podia ficar mais tempo à espera... fechei a porta silenciosamente e enquanto Lara caminhava, pus-lhe o pé à frente dos seus, fazendo-a tombar de frente. Mas antes que caísse, soltei o pé de novo, para a chutar, fortemente, na barriga. O impato foi tão forte que reparei que ela ficou suspensa no ar, a poucos centímetros do chão, durante cerca de 2 ou 3 segundos. Caiu de rabo no chão e seguidamente, ajoelhou-se, cruzou os braços sobre a barriga e foi abaixando a cabeça e aí, vi que ela estava a deitar muito sangue pela boca.

Estava frágil e nem sequer deveria conseguir falar ou gritar por socorro. Então, continuei a pontapeá-la no estômago até que finalmente tombou pelo chão, inconsciente, mas ainda a derramar sangue, não só pela boca, mas também pelas narinas, cobrindo o rosto com o espesso líquido vermelho. Logo que perdeu os sentidos, aproveitei para a despir e usei o cinto que ela trazia, junto com o meu e uma extensão elétrica que encontrei em baixo do computador fixo da sala e amarrei-a, com os braços juntos ao corpo. Não dei conta sequer que ela não trazia vestido um sutiã ou cuecas, dado o meu estado de espírito movido a insanidade e predação sexual, que não se importava sequer com a lógica das coisas.

Amarrada e bem apertada como a deixei, ela nem sequer se poderia mover ou erguer-se, dado que eu a tinha deixado sentada no chão. Ela estava toda nua e finalmente aproveitei para começar a estudar o seu corpo, apalpando e dando pequenas mordidas e lambidelas pelas suas pernas, pescoço e rosto, que eram as únicas partes que não estavam amarradas. Depois disso, deitei-a no soalho e separei as suas coxas para os lados, deixando a sua vagina à descoberta. Foi aí que comecei a passar com os dedos pelas suas extremidades, acabando por colocar lá dentro o punho inteiro. Imediatamente, Lara acordou e julguei que ela fosse gritar por ajuda, mas na posição em que eu estava, não poderia sequer dar-lhe outro pontapé ou murro na barriga, apertá-la ainda mais ou esganá-la, de modo que pensei em abrir a mão, a que estava dentro da sua vagina.

Assim o fiz e de imediato, ela largou um suspiro de prazer, acompanhado de lágrimas que escorriam pelos seus olhos e lavaram a sua cara do sangue que tinha fluido. Ao passar com a mão pelo interior da vagina, pude apalpá-la por dentro, adicionando alguns belisques e arranhões, que fizeram a donzela começar a gritar de prazer e a chorar, simultaneamente. Não tardou muito até conseguir colocar o antebraço lá dentro, na sua totalidade... e o que mais me intrigou foi o facto de não ter conseguido encontrar a membrana do hímen. Eis que Lara tinha começado a comprimir o meu antebraço com as coxas, mas quando comecei a arranhar e a arrancar alguns pedaços da parede vaginal, ela logo enfraqueceu e amansou.

Quando retirei a mão de dentro da sua vagina, vi que estava com alguns pedaços pequenos da parede vaginal encalacrados nas unhas. Tirei-os e levei-os à boca. Tentei saboreá-los, mas não senti nenhuma particularidade.
No momento em que olhei para Lara, ela revelava uma expressão de sofrimento e horror, agrupada com uma respiração ofegante e gemidos. Eu já estava farto de ouvir os seus queixumes, então, peguei nos cintos que envolviam o seu corpo e arranquei-os, deixando a extensão elétrica no mesmo sítio, a prender os seus ombros. Sem os cintos, a sua barriga ficava à mostra e aproveitei para pegar numa cadeira e deixar um dos seus pés encravados nela. Posteriormente, sentei-me na cadeira, fazendo uma forte pressão na barriga da donzela. Para além de ter recomeçado a derramar sangue pela cavidade oral, revelou uma ligeira dificuldade em respirar. Eu sabia que após quatro minutos sem oxigénio, o cérebro começava a morrer e eu não queria que ela falecesse ainda. Mas até lá, ainda pude fazê-la sofrer por falta de oxigénio. O sangue que ela cuspia era ostentava uma cor vermelha viva e era tanto que começou a tingir os seus cabelos louros com uma tintura mórbida.

Contei exatamente um minuto, levantei-me da cadeira e atirei com ela para o chão. Lara ainda se ergueu, com alguma dificuldade, para poder recuperar o fôlego, mas eu não a deixaria descansar tão rapidamente. Peguei na extensão pela que estava ligada às tomadas e coloquei o pé em cima da outra ponta, da ficha. Comecei a apertá-la ainda mais, deixando os seus braços roxos da força da pressão. Apertei-a com tanta força que arranquei, sem querer, a ponta da extensão, onde estavam localizadas as tomadas. Imediatamente, peguei nela, virei Lara ao contrário, ainda amarrada e coloquei a caixa das tomadas dentro do seu ânus, empurrando-a consistentemente até desaparecer por completo. Durante o processo. a donzela soltou vários gritos que pareciam ser os de prazer, o que demonstra a sua perversão por submissão.

Novamente, coloquei-a ao contrário, virada para cima. Eu estava extremamente excitado e a única coisa que me ocorreu fazer foi uma relação sexual com a minha própria prima. Eu fiz-lo. Não me arrependi de nada. Quando finalmente senti o esperma a ascender, levantei-me e deixei-o cair sobre o corpo nu de Lara. Acreditei que ela nem sequer sentiu o líquido quente derramado pelo seu corpo, de tão chocada que estava com o sucedido até ao momento.

Acalmei-me finalmente, Vi as horas: duas da tarde. Ainda era cedo e era certo que eu ainda tinha muitas mais horas de incesto para aproveitar. Antes que Lara pudesse começar, eventualmente, a gritar, chutei o seu estômago de novo, com força suficiente para a fazer deslizar pelo soalho. Estive à procura de algumas outra coisa que servisse de corda para amarrar as suas pernas, de modo a que não tivesse hipótese alguma de se levantar. E enquanto procurei por isso, acabei por achar algo que nunca me tinha passado pela cabeça antes.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Monstro do lago ness

As bandas e os seus nomes literais v15

A 15ª parte desta rubrica do blog. Vou postar imagens que tenham a haver com o nome da banda traduzida literalmente. Este capítulo contará com mais bandas do que os anteriores. Alguns podem ter significados escondidos, por isso se tiverem dúvidas em alguma imagem digam nos comentários:

The Birthday Massacre:


Escape The Fate:


Goatwhore:


Leaves' Eyes:


Demolition Hammer:

Belphegor:


Six Feet Under:


Grave:
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Guardian's Grave:


Drain:


Alestorm:


 Halestorm:
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Sodom:
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Eccentric Toilet:


My Bloody Valentine:


Ragnarok:


Vektor:
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Sonic Youth:


Devourment:


Engutturalment Cephaloslamectomy:


ColdWorld:


Asphyx:


Agnela:
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Unexpect:

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Monstro do lago ness

Fan fic: O percursor da morte, parte 8

Esta fan fic NÃO É baseada em factos nem em pensamentos reais, portanto, escusam de contatar as Villas Ramadas.


 Dia 11, Domingo, continuação

 À porta da casa do avô, estava eu, sentado nas pequenas escadas, em baixo da porta, à espera que ele finalmente regressasse para depois nunca mais voltar. Enquanto esperava, não pude deixar de observar pequenos montes de terra escavados em áreas separadas, espalhadas pela porção de quintal visível frontalmente. Não pareciam ser escavações de toupeiras ou ninhos de formigas... na verdade, nem pareciam ser montes arquitetados naturalmente. Tanto novela que eu fiz na minha cabeça para me aperceber que eram apenas escavações feitas por pás. Eu podia entender isso, mas porque é que todos aqueles montinhos estavam tão espalhados pelo terreno? Será que é alguma planta que necessita de muito espaço para crescer? Ainda que estivesse junta a uma cerca e a uma laranjeira?

Antes que pudesse pensar em mais alguma coisa, ouvi dois sons agudos, seguidos, mas separados por um intervalo de tempo irrisório. Olhei para a frente, alarmado e vi que era o meu avô, dentro do seu carro, acabado de vir da missa. Estacionou o carro, precisamente, numa área onde estavam espalhados alguns montes de terra. O seu carro era um Fusca antigo, dotado de uma armadura bastante extensa, sendo que o veículo em si também não era realmente pequeno, ainda por cima estacionado de uma maneira provável e intencionalmente irregular. Talvez quisesse esconder alguma coisa e é pena que não durou o suficiente para ocultar as restantes, caso existam.

Aparentemente, não se esqueceu do compromisso e até perguntou pelos planos programados ainda antes de eu lhe poder ter comunicado alguma coisa. Então, sem mais rodeios, continuámos em direção à minha casa. Por momentos, pensei que tudo estava a correr bem demais para ser realidade, mas, de acordo com esta, foi mesmo assim que ocorreu. Assim que entrámos em casa, ele começou a rir, alto, às gargalhadas, trocando posteriormente para gritos de dor. Eu não sabia o que estava a acontecer, mas precisei de o calar, senão, reunir-se-ia uma multidão em redor da casa e eu seria descoberto. Ele estava exatamente atrás de mim e tinha deixado a porta aberta. O hall de entrada era muito estreito e o meu avô estava a fazer movimentos estranhos e agitados em redor do local, como se tivesse a sofrer uma convulsão, mas em pé. A única maneira de fechar a porta, de modo a que ninguém pudesse mais observar o que estava a acontecer no interior e para que o barulho alto dos seus gritos fosse abafado era dar-lhe um encontrão, de modo a que batesse na porta (que fecha de dentro para fora). Ocasionalmente, ele poderia ser morto ao tombar violentamente no chão.

Assim o fiz. A porta emitiu um estrondo também elevado, mas era algo menos perturbador ou estranho do que ouvir um idoso a gritar dentro de casa. Sentado no chão, olhou para mim, levantando a cabeça. Ele estava desprotegido, não tinha nada em seu redor que pudesse auxiliá-lo, nem que fosse durante um momento, contra um assassino auto-qualificado. Por outro lado, do meu, mais precisamente, estava um castiçal de velas, livros pesados (que matariam uma vítima frágil apenas com um golpe certeiro na cabeça), tesouras, esferográficas, enfim, tantos objetos que não me serviriam de nada para terminar bem sucedido numa luta contra adversários à altura, facilmente puderam ajudar-me numa luta contra um ser fraco e inútil. Agarrei então numa enciclopédia enorme, de capa rija e espremi-a na cabeça do idoso. Antes de começar a babar-se em sangue, disse as suas últimas palavras:

"Hás-de pagá-las!"

Senti calafrios quando ouvi esta frase, sabendo que ele estava perdido de medo, mas ainda com forças de conseguir ameaçar alguém, indiretamente, ainda com a condicionante de estar às portas da morte. Mas tudo tinha acabado. Provavelmente, fui alvo da sua senilidade. Bem o espero.
Agora, tinha duas casas nas minhas mãos. Poderia finalmente dormir numa casa livre de odores pútridos. Também tive a oportunidade de conferir alguns pertencentes arcaicos, na casa do idoso, que provavelmente render-me-iam bastante, nestes dias atuais

Ainda antes de adormecer, mas após o início de uma sessão de sono extensa, a nível local, lá para as onze da noite, regressei à casa do idoso, não só para transportar para lá os meus bens que poderiam, eventualmente, fazer-me falta (telemóvel, computador, carteira, etc.), mas também para descobrir o que estava escondido nos pequenos montes de terra que sarapintavam o jardim. Como eu moro num bairro calmo, com poucos condutores e passeantes noturnos, não havia problema em escavar porções de um terreno mesmo estando, tecnicamente, à vista de toda a população.

Com os candeeiros de rua a iluminarem a área, não houve dificuldades nenhumas para localizar os montes de terra, onde, provavelmente, houve o enterro de algum artigo cuja existência quisesse ter sido deixada em segredo. Porém, já era tarde demais para que alguém pudesse ocultar qualquer segredo cujas pistas foram deixadas relativamente expostas ao público, ainda para mais quando se restringe a uma pequena percentagem que demonstra uma grande curiosidade pelo mórbido...

Nunca me arrependi tanto por uma decisão tomada por mim. Nas primeiras escavações, que fiz com uma pá, nos montes de terra que estavam descobertos para o ar, não vi nada. Mas eu não desisti por aí, infelizmente. Após ter escavado todos os montes que via e não ter encontrado nada, lembrei-me que, debaixo do Fusca estacionado no terreno, ainda haviam alguns escavações cujo interior ainda era um mistério. Tive de empurrar o veículo por trás, de modo a que lhe pudesse conferir alguma locomoção, mesmo não estando a trabalhar. Estavam, realmente, mais alguns montes de terra naquela área e comecei a escavá-los até bater em alguma coisa que produziu um barulho seco. Não fazia ideia do que poderia ser, portanto, escavei em redor para conseguir desenterrar o objeto mais facilmente.

Enquanto escavava, encontrei outros objetos aparentemente semelhantes, que até provocaram um barulho idêntico. Pareciam frascos e encontrei alguns exatamente abaixo dos montes de terra, só que alguns ainda estavam todos por cima uns dos outros, revelando que os restantes montes que ainda não tinham escavado não estavam a esconder nada, possivelmente. Quando tirei dois dos frascos que estavam enterrados, caí para trás, totalmente enojado com o que tinha visto: dentro deles, estavam pedaços retalhados de genitais que pareciam ser de uma pessoa idosa... flácidos, rugosos e manchados de sangue, totalmente dissecados ao pormenor, como se tivessem sido cortados por um cirurgião. Era possível identificar um pénis cortado aos bocados e testículos, também totalmente desfeitos. Estes pedaços de carne e sangue encontravam-se em três dos cinco frascos enterrados. Os outros dois, estavam alagados de um líquido branco que parecia ser espesso, semelhante a esperma. Eu não sei a quem é que aquele esperma pertencia, porque eu só tive a certeza de uma coisa naquele momento:

Estava prestes a vomitar o que tinha comido antes. Eu não sabia o que é que deu ao meu avô para fazer uma coisa destas, tão aterrorizante e doentia, que até conseguiu repugnar um assassino com tanta facilidade. Ainda bem que não me deixei vencer por ele, porque de certeza que eu teria uma morte lenta e horrorosa...

domingo, 13 de setembro de 2015