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domingo, 20 de setembro de 2015

Monstro do lago ness

Fan fic: O percursor da morte parte 9

Esta fan fic NÃO É baseada em factos nem em pensamentos reais, portanto, escusam de contatar as Villas Ramadas.
Dia 12, Segunda-feira

Tirando o tempo em que eu pensei acerca do que chegou a levar o meu avô a esquartejar órgãos genitais e a coleccionar esperma em frascos, este início do dia até correu muito bem. Não obstante, eu necessitaria de ter mais cuidado neste do que nos outros já passados, dado que, finalmente, o sol ergueu-se para lembrar as pessoas dos seus empregos e também para que se ergam quase no mesmo instante. A conveniência em estar sempre alerta num dia em que os únicos cidadãos que teriam a confiança de um polícia ou agente estão fora é precisamente por essa causa: Passam o dia a viajar de um canto para o outro, podendo, eventualmente, assistir à prática de um crime e denunciar a quem o cometeu.

Felizmente, hoje passei o dia dentro de casa...ou melhor, dentro de várias. Não só a minha, como a do meu avô, mas também na da minha querida e deliciosa prima Lara, a causa pela intensa espera do fim do dia de ontem. Eu estava em chamas por poder conceder a honra a mim mesmo de satisfazer os meus apetites sexuais, usando uma rapariga indefesa como alvo. Porém, eu tive de me acalmar. Não podia entrar em casa dela de relance nem a qualquer hora: tive de esperar até à uma da tarde, hora em que há verdadeiras certezas de que os adultos estão no seu trabalho, a almoçar, sem nenhuma preocupação, dado que o próprio local de emprego era relativamente longe da habitação dos empregados. Nem era sequer racional deixar uma jovem com o trabalho forçado de cozinhar para três pessoas, quando duas já tinham a possibilidade de se abastecer no próprio estabelecimento de emprego ou num restaurante local: é o que facilita, para quatro, um trabalho na cidade.

Com o relógio do telemóvel a marcar as 12:35h, saí da casa do idoso em direcção à da minha próxima presa. Passei o tempo a pensar nas loucuras que poderia fazer com uma pequena donzela em perigo nas minhas mãos de criminoso. Talvez se eu enroscasse o seu corpo com as mãos e a apertasse com toda a força, o sofrimento dela seria mais reduzido...mas eu não poderia deitar por água abaixo uma oportunidade destas, para revelar a minha faceta sexualmente sádica.

Quando finalmente cheguei, fui ver as horas e estas marcavam as 13:00. Logo vi que este dia estaria repleto de sorte. Ainda antes de bater à porta, escondi-me atrás da fachada da vivenda, inocentemente e olhei para uma janela, que dava para o seu quarto. Repentinamente, não vi ninguém, mas após esperar alguns segundos, consegui visualizar a minha vítima: Lara continuava a ostentar os seus longos cabelos louros, pele clara e olhos brilhantes. Vestia apenas um macacão verde e curto, deixando-lhe os braços, o peito e as pernas de fora. Só de a ver durante uns poucos segundos, fiquei imediatamente excitado e bem poderia masturbar-me no momento, mas não o quis fazer. Tive de suster todos os meus apetites insanos para ela, diretamente.

Foi então que regressei à fachada e bati à porta. Julgo que ela me tivesse visto pelo pequeno óculo da porta, daí ter aberto a porta rapidamente. Logo que olhou para mim, soltou um radiante sorriso, mas voltou-se para trás, instantaneamente. Aí, eu tive de começar a sessão, já não podia ficar mais tempo à espera... fechei a porta silenciosamente e enquanto Lara caminhava, pus-lhe o pé à frente dos seus, fazendo-a tombar de frente. Mas antes que caísse, soltei o pé de novo, para a chutar, fortemente, na barriga. O impato foi tão forte que reparei que ela ficou suspensa no ar, a poucos centímetros do chão, durante cerca de 2 ou 3 segundos. Caiu de rabo no chão e seguidamente, ajoelhou-se, cruzou os braços sobre a barriga e foi abaixando a cabeça e aí, vi que ela estava a deitar muito sangue pela boca.

Estava frágil e nem sequer deveria conseguir falar ou gritar por socorro. Então, continuei a pontapeá-la no estômago até que finalmente tombou pelo chão, inconsciente, mas ainda a derramar sangue, não só pela boca, mas também pelas narinas, cobrindo o rosto com o espesso líquido vermelho. Logo que perdeu os sentidos, aproveitei para a despir e usei o cinto que ela trazia, junto com o meu e uma extensão elétrica que encontrei em baixo do computador fixo da sala e amarrei-a, com os braços juntos ao corpo. Não dei conta sequer que ela não trazia vestido um sutiã ou cuecas, dado o meu estado de espírito movido a insanidade e predação sexual, que não se importava sequer com a lógica das coisas.

Amarrada e bem apertada como a deixei, ela nem sequer se poderia mover ou erguer-se, dado que eu a tinha deixado sentada no chão. Ela estava toda nua e finalmente aproveitei para começar a estudar o seu corpo, apalpando e dando pequenas mordidas e lambidelas pelas suas pernas, pescoço e rosto, que eram as únicas partes que não estavam amarradas. Depois disso, deitei-a no soalho e separei as suas coxas para os lados, deixando a sua vagina à descoberta. Foi aí que comecei a passar com os dedos pelas suas extremidades, acabando por colocar lá dentro o punho inteiro. Imediatamente, Lara acordou e julguei que ela fosse gritar por ajuda, mas na posição em que eu estava, não poderia sequer dar-lhe outro pontapé ou murro na barriga, apertá-la ainda mais ou esganá-la, de modo que pensei em abrir a mão, a que estava dentro da sua vagina.

Assim o fiz e de imediato, ela largou um suspiro de prazer, acompanhado de lágrimas que escorriam pelos seus olhos e lavaram a sua cara do sangue que tinha fluido. Ao passar com a mão pelo interior da vagina, pude apalpá-la por dentro, adicionando alguns belisques e arranhões, que fizeram a donzela começar a gritar de prazer e a chorar, simultaneamente. Não tardou muito até conseguir colocar o antebraço lá dentro, na sua totalidade... e o que mais me intrigou foi o facto de não ter conseguido encontrar a membrana do hímen. Eis que Lara tinha começado a comprimir o meu antebraço com as coxas, mas quando comecei a arranhar e a arrancar alguns pedaços da parede vaginal, ela logo enfraqueceu e amansou.

Quando retirei a mão de dentro da sua vagina, vi que estava com alguns pedaços pequenos da parede vaginal encalacrados nas unhas. Tirei-os e levei-os à boca. Tentei saboreá-los, mas não senti nenhuma particularidade.
No momento em que olhei para Lara, ela revelava uma expressão de sofrimento e horror, agrupada com uma respiração ofegante e gemidos. Eu já estava farto de ouvir os seus queixumes, então, peguei nos cintos que envolviam o seu corpo e arranquei-os, deixando a extensão elétrica no mesmo sítio, a prender os seus ombros. Sem os cintos, a sua barriga ficava à mostra e aproveitei para pegar numa cadeira e deixar um dos seus pés encravados nela. Posteriormente, sentei-me na cadeira, fazendo uma forte pressão na barriga da donzela. Para além de ter recomeçado a derramar sangue pela cavidade oral, revelou uma ligeira dificuldade em respirar. Eu sabia que após quatro minutos sem oxigénio, o cérebro começava a morrer e eu não queria que ela falecesse ainda. Mas até lá, ainda pude fazê-la sofrer por falta de oxigénio. O sangue que ela cuspia era ostentava uma cor vermelha viva e era tanto que começou a tingir os seus cabelos louros com uma tintura mórbida.

Contei exatamente um minuto, levantei-me da cadeira e atirei com ela para o chão. Lara ainda se ergueu, com alguma dificuldade, para poder recuperar o fôlego, mas eu não a deixaria descansar tão rapidamente. Peguei na extensão pela que estava ligada às tomadas e coloquei o pé em cima da outra ponta, da ficha. Comecei a apertá-la ainda mais, deixando os seus braços roxos da força da pressão. Apertei-a com tanta força que arranquei, sem querer, a ponta da extensão, onde estavam localizadas as tomadas. Imediatamente, peguei nela, virei Lara ao contrário, ainda amarrada e coloquei a caixa das tomadas dentro do seu ânus, empurrando-a consistentemente até desaparecer por completo. Durante o processo. a donzela soltou vários gritos que pareciam ser os de prazer, o que demonstra a sua perversão por submissão.

Novamente, coloquei-a ao contrário, virada para cima. Eu estava extremamente excitado e a única coisa que me ocorreu fazer foi uma relação sexual com a minha própria prima. Eu fiz-lo. Não me arrependi de nada. Quando finalmente senti o esperma a ascender, levantei-me e deixei-o cair sobre o corpo nu de Lara. Acreditei que ela nem sequer sentiu o líquido quente derramado pelo seu corpo, de tão chocada que estava com o sucedido até ao momento.

Acalmei-me finalmente, Vi as horas: duas da tarde. Ainda era cedo e era certo que eu ainda tinha muitas mais horas de incesto para aproveitar. Antes que Lara pudesse começar, eventualmente, a gritar, chutei o seu estômago de novo, com força suficiente para a fazer deslizar pelo soalho. Estive à procura de algumas outra coisa que servisse de corda para amarrar as suas pernas, de modo a que não tivesse hipótese alguma de se levantar. E enquanto procurei por isso, acabei por achar algo que nunca me tinha passado pela cabeça antes.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Monstro do lago ness

Fan fic: O percursor da morte, parte 8

Esta fan fic NÃO É baseada em factos nem em pensamentos reais, portanto, escusam de contatar as Villas Ramadas.


 Dia 11, Domingo, continuação

 À porta da casa do avô, estava eu, sentado nas pequenas escadas, em baixo da porta, à espera que ele finalmente regressasse para depois nunca mais voltar. Enquanto esperava, não pude deixar de observar pequenos montes de terra escavados em áreas separadas, espalhadas pela porção de quintal visível frontalmente. Não pareciam ser escavações de toupeiras ou ninhos de formigas... na verdade, nem pareciam ser montes arquitetados naturalmente. Tanto novela que eu fiz na minha cabeça para me aperceber que eram apenas escavações feitas por pás. Eu podia entender isso, mas porque é que todos aqueles montinhos estavam tão espalhados pelo terreno? Será que é alguma planta que necessita de muito espaço para crescer? Ainda que estivesse junta a uma cerca e a uma laranjeira?

Antes que pudesse pensar em mais alguma coisa, ouvi dois sons agudos, seguidos, mas separados por um intervalo de tempo irrisório. Olhei para a frente, alarmado e vi que era o meu avô, dentro do seu carro, acabado de vir da missa. Estacionou o carro, precisamente, numa área onde estavam espalhados alguns montes de terra. O seu carro era um Fusca antigo, dotado de uma armadura bastante extensa, sendo que o veículo em si também não era realmente pequeno, ainda por cima estacionado de uma maneira provável e intencionalmente irregular. Talvez quisesse esconder alguma coisa e é pena que não durou o suficiente para ocultar as restantes, caso existam.

Aparentemente, não se esqueceu do compromisso e até perguntou pelos planos programados ainda antes de eu lhe poder ter comunicado alguma coisa. Então, sem mais rodeios, continuámos em direção à minha casa. Por momentos, pensei que tudo estava a correr bem demais para ser realidade, mas, de acordo com esta, foi mesmo assim que ocorreu. Assim que entrámos em casa, ele começou a rir, alto, às gargalhadas, trocando posteriormente para gritos de dor. Eu não sabia o que estava a acontecer, mas precisei de o calar, senão, reunir-se-ia uma multidão em redor da casa e eu seria descoberto. Ele estava exatamente atrás de mim e tinha deixado a porta aberta. O hall de entrada era muito estreito e o meu avô estava a fazer movimentos estranhos e agitados em redor do local, como se tivesse a sofrer uma convulsão, mas em pé. A única maneira de fechar a porta, de modo a que ninguém pudesse mais observar o que estava a acontecer no interior e para que o barulho alto dos seus gritos fosse abafado era dar-lhe um encontrão, de modo a que batesse na porta (que fecha de dentro para fora). Ocasionalmente, ele poderia ser morto ao tombar violentamente no chão.

Assim o fiz. A porta emitiu um estrondo também elevado, mas era algo menos perturbador ou estranho do que ouvir um idoso a gritar dentro de casa. Sentado no chão, olhou para mim, levantando a cabeça. Ele estava desprotegido, não tinha nada em seu redor que pudesse auxiliá-lo, nem que fosse durante um momento, contra um assassino auto-qualificado. Por outro lado, do meu, mais precisamente, estava um castiçal de velas, livros pesados (que matariam uma vítima frágil apenas com um golpe certeiro na cabeça), tesouras, esferográficas, enfim, tantos objetos que não me serviriam de nada para terminar bem sucedido numa luta contra adversários à altura, facilmente puderam ajudar-me numa luta contra um ser fraco e inútil. Agarrei então numa enciclopédia enorme, de capa rija e espremi-a na cabeça do idoso. Antes de começar a babar-se em sangue, disse as suas últimas palavras:

"Hás-de pagá-las!"

Senti calafrios quando ouvi esta frase, sabendo que ele estava perdido de medo, mas ainda com forças de conseguir ameaçar alguém, indiretamente, ainda com a condicionante de estar às portas da morte. Mas tudo tinha acabado. Provavelmente, fui alvo da sua senilidade. Bem o espero.
Agora, tinha duas casas nas minhas mãos. Poderia finalmente dormir numa casa livre de odores pútridos. Também tive a oportunidade de conferir alguns pertencentes arcaicos, na casa do idoso, que provavelmente render-me-iam bastante, nestes dias atuais

Ainda antes de adormecer, mas após o início de uma sessão de sono extensa, a nível local, lá para as onze da noite, regressei à casa do idoso, não só para transportar para lá os meus bens que poderiam, eventualmente, fazer-me falta (telemóvel, computador, carteira, etc.), mas também para descobrir o que estava escondido nos pequenos montes de terra que sarapintavam o jardim. Como eu moro num bairro calmo, com poucos condutores e passeantes noturnos, não havia problema em escavar porções de um terreno mesmo estando, tecnicamente, à vista de toda a população.

Com os candeeiros de rua a iluminarem a área, não houve dificuldades nenhumas para localizar os montes de terra, onde, provavelmente, houve o enterro de algum artigo cuja existência quisesse ter sido deixada em segredo. Porém, já era tarde demais para que alguém pudesse ocultar qualquer segredo cujas pistas foram deixadas relativamente expostas ao público, ainda para mais quando se restringe a uma pequena percentagem que demonstra uma grande curiosidade pelo mórbido...

Nunca me arrependi tanto por uma decisão tomada por mim. Nas primeiras escavações, que fiz com uma pá, nos montes de terra que estavam descobertos para o ar, não vi nada. Mas eu não desisti por aí, infelizmente. Após ter escavado todos os montes que via e não ter encontrado nada, lembrei-me que, debaixo do Fusca estacionado no terreno, ainda haviam alguns escavações cujo interior ainda era um mistério. Tive de empurrar o veículo por trás, de modo a que lhe pudesse conferir alguma locomoção, mesmo não estando a trabalhar. Estavam, realmente, mais alguns montes de terra naquela área e comecei a escavá-los até bater em alguma coisa que produziu um barulho seco. Não fazia ideia do que poderia ser, portanto, escavei em redor para conseguir desenterrar o objeto mais facilmente.

Enquanto escavava, encontrei outros objetos aparentemente semelhantes, que até provocaram um barulho idêntico. Pareciam frascos e encontrei alguns exatamente abaixo dos montes de terra, só que alguns ainda estavam todos por cima uns dos outros, revelando que os restantes montes que ainda não tinham escavado não estavam a esconder nada, possivelmente. Quando tirei dois dos frascos que estavam enterrados, caí para trás, totalmente enojado com o que tinha visto: dentro deles, estavam pedaços retalhados de genitais que pareciam ser de uma pessoa idosa... flácidos, rugosos e manchados de sangue, totalmente dissecados ao pormenor, como se tivessem sido cortados por um cirurgião. Era possível identificar um pénis cortado aos bocados e testículos, também totalmente desfeitos. Estes pedaços de carne e sangue encontravam-se em três dos cinco frascos enterrados. Os outros dois, estavam alagados de um líquido branco que parecia ser espesso, semelhante a esperma. Eu não sei a quem é que aquele esperma pertencia, porque eu só tive a certeza de uma coisa naquele momento:

Estava prestes a vomitar o que tinha comido antes. Eu não sabia o que é que deu ao meu avô para fazer uma coisa destas, tão aterrorizante e doentia, que até conseguiu repugnar um assassino com tanta facilidade. Ainda bem que não me deixei vencer por ele, porque de certeza que eu teria uma morte lenta e horrorosa...

sábado, 12 de setembro de 2015

Monstro do lago ness

Fan fic: O percursor da morte, parte 7

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Dia 11, Domingo, continuação

Ainda que deixada por terminar esta dura missão, senti a necessidade de procurar por prazeres próprios. Diz-se que quem não arrisca, não petisca, mas, na verdade, eu já trabalhei no duro em apenas uma noite e ainda tentei reproduzir os mesmos eventos hoje de manhã. Há cerca de um dia que não tive oportunidade para descansar, nem para desfrutar de nada em específico. Foi quando surgiram na minha cabeça, pensamentos de labor sexual, muito perversos. Como eu não estava envolvido com ninguém e sabia que não poderia estuprar uma mulher aleatória que visse na rua, tentei lembrar-me de alguém próximo de mim que pudesse fazer brotar todos os meus desejos perversos, de modo a torná-los físicos, reais...

Não precisei de muito tempo para me recordar da pessoa pela qual sempre tive uma obsessão louca de amar e praticar uma relação sexual: a minha prima Lara.
Podia considerar Lara, de perto, a rapariga mais bonita, sensual e apetitosa que conseguiu passar mais de cinco minutos comigo. Ostentava longos cabelos louros, olhos verdes e muito claros, como se fosse cega. Os seus lábios eram vermelhos, carnudos, tão atraentes. O seu corpo era maravilhoso: um rosto belíssimo, peitos levantados, ombros delicados, uma fachada saudável e umas pernas elegantes. É possível que nem tudo nesta lista esteja na de um alheio de rua, mas são os meus gostos carnais. E quando eles são perfeitos, os meus instintos sexuais liberam-se, tal como na reprodução dos anfíbios.

Tinha imensas fotografias dela guardadas no computador e de vez em quando, espiava as suas atividades nas redes sociais, com esperanças de que fosse revelar uma imagem sua com mini-saia ou um pequeno top. Há quem condene isto tudo o que descrevi e penso, no entanto, ninguém me pode privar de sentir atraído sexualmente por um integrante da família. Se eu pudesse, mataria todos aqueles que nos rodearam durante anos apenas para ficar com Lara, para todo o sempre. Mas sabia bem que isso não seria possível, dado que a minha afirmação perante a família era universal e não poderia deixar ninguém de lado, infelizmente. Mas quem sabe se ela não iria denunciar os meus atos à polícia futuramente? Além disso, quem me garante que eu não vá encontrar uma parceira de estética semelhante?

Pensei em encontrar-me com ela logo no momento. Dado que me lembrei dela instantaneamente, não tão rápido poderia ser eu a esquecer-me da sua imagem preciosa, que após o pallor da sua morte, mais branca e pura ficaria.
Mas o grande problema era o dia: domingo, dia de descanso. Bem apostei que os meus tios estivessem com ela e como a sua casa não era perto da minha, de certo que achariam estranho eu aparecer lá, de um modo inconvencional, sem os meus pais por perto. Além disso, não poderia matar os meus tios facilmente, dado que eu não tinha uma arma de fogo e assim que demonstrasse um comportamento sinistro, seria logo denunciado, com as três entidades ainda vivas, possivelmente. Portanto, apenas poderia satisfazer os meus desejos no dia seguinte, quando os adultos estivessem ausentes. Lara é filha única, tal como eu, portanto, espero não encontrar mais ninguém em casa. Rezo por dois.
Quanto a este dia, apenas necessitei de esperar pelo regresso do idoso e passar uma boa tarde e noite a engendrar atos e situações humanamente influenciáveis, para garantir que Lara nunca mais regressaria da sua primeira sessão.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Monstro do lago ness

Fan fic: O percursor da morte, parte 6

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Dia 11, Domingo

Após uma boa noite de sono, passada com um cheiro incómodo, mas não nauseabundo, com os cadáveres das pessoas que me ensinaram o quão pútrida a humanidade consegue ser, ainda em livor mortis, continuei a engendrar mais planos para a minha vitória a nível familiar, para ser o único sobrevivente, capacitado para escalar uma montanha de corpos inúteis embebidos em sangue.

Ainda eram 8 horas da manhã quando acordei e me lembrei de um compromisso que a minha família tinha marcado para este dia: visitar o meu avô (materno). Não era uma tarefa difícil, dado que a sua vivenda era localizada a poucos passos da nossa. Essa marcação estava agendada para a tarde, mas eu tive que me apressar. Eu sabia que ele ia, todos os domingos de manhã, a um certo local: a missa. Já todos sabem que os inocentes melros do meu ninho possuem todos (ou quase todos) uma fé em Deus e outra divindades alheias. O meu avô, em especial, era bastante religioso e nunca deixou a sua fé, nem mesmo quando a sua esposa faleceu de cancro do pulmão, no ano passado. Aparentemente, a sua crença em entidades imaginárias é ainda mais importante do que a pessoa com a qual passou a maior parte da sua vida, que no mínimo, era real e palpável.

Mas existe algo que a fé nunca poderá retirar do corpo deste velho: os seus problemas cardíacos, já num estágio bastante avançado. Quase que aposto que as suas idas à missa baseiam-se em tentativas de obter uma cura divina, mas todos sabemos que isso nunca irá acontecer.
A sua saúde, em geral, estava tão debilitada que para terminar com esta missão, só precisaria de lhe causar, literalmente, um susto de morte. Ocasionalmente, ele poderia não sofrer um ataque cardíaco ou mesmo ficar arrepiado com um susto banal. O que eu precisava era de mais técnica neste desempenho. Se eu arquitetasse um plano bastante aterrador, capaz de impressionar até os mais corajosos, aí não haveria dúvida de que o velho morreria na hora.

Inicialmente, considerei algumas tácticas mais complexas, como a inseminação de álcool na sua comida, usando, como arma, uma fruta, levando a uma hipoglicemia após o seu consumo, o que poderia até originar convulsões agudas em adultos saudáveis, ainda para mais num sujeito com uma idade tão avançada. Seria muito divertido observar um idoso tombado no soalho, a sofrer e a contorcer-se descontroladamente. No entanto, tentar pregar um susto de morte, com alguma imaginação, sadismo e certezas quanto à ocasião para a ação, soou-me mais fácil e prático. Mas pensei: o que é que um velhote de 90 anos conseguiria fazer contra um assassino perigoso? Apenas uns chutes no seu corpo seriam suficientes para dizimar a sua vida. O homem é só pele e osso e uma pequena faca seria um dos ideias para concretizar o meu plano em muito pouco tempo.

Eram ainda 8:10 quando me preparei para aniquilar o paizinho da minha mãe, já morta. Sendo parente direto da minha progenitora, não era de esperar que ambos fossem pessoas quase idênticas, não só fisicamente, mas também com alguns reflexos nos seus hábitos: As tendências que os dois possuíam para descompor mentalmente uma pessoa e irritar-se facilmente, já para não falar do consumo elevado de drogas. O meu avô era fumador compulsivo e não só usufruía do tabaco como também de outros produtos recreativos e tenho quase a certeza de que a minha mãe herdou estes vícios do seu pai. Por sorte, ela era filha única, daí eu não ter tido de aguentar mais pessoas com um feitio terrivelmente semelhante.

Quando dei por mim, já estava à porta da casa da minha vítima. Nem sequer me lembrei da sua diminuta distância, relativamente ao domicílio do seu futuro agressor. Se não tivesse deixado de pensar em maneiras simples e mortais para exterminar com este traste idoso e não recordasse o propósito de tanta sobrecarga cerebral, provavelmente continuaria em frente. É daquelas sensações semelhantes àquelas que ocorrem numa viagem de comboio: passamos por várias paragens sem notar e quando estamos perto do nosso destino, lembramo-nos do porquê de termos embarcado e a nossa atenção em redor duplica. Será algum anjo da guarda que ajuda os humanos nestas circunstâncias? Talvez seja... e é possivelmente a única coisa para a qual eles possuem poder. Não conseguem privar as pessoas da morte, sem ser por causas naturais? Será que se eu fosse atropelado por um camião e morto agora mesmo, teria sido obra de um anjo da guarda, com a intenção de salvar as vidas dos outros?

Sem nunca baixar a retaguarda e de um modo cauteloso, observei o meu avô a vestir-se a rigor, como se estivesse prontificado a dirigir-se para um casamento, quando na verdade, ia apenas a uma pseudo-cerimónia, onde não faz mais nada do que grunhir "amén" e acenar afirmativamente com a cabeça. Para ser sincero, estava demasiado bem vestido para ir a uma simples missa. Será que tinha alguma amante? Mas sejamos realistas, quem iria querer um velho que provavelmente só duraria por mais quatro meses?
Espalhadas e pregadas pelas paredes do seu quarto, haviam imensos crucifixos de cobre, iluminados por luzes vermelhas de velas artificiais, em baixo, que permaneciam ligadas à corrente durante dias a fio. O habitual em casas de pessoas mais idosas é uma pequena prateleira ou mesinha, que mesmo sendo diminuta, seria capaz de albergar molduras com fotografias da família; porém, neste quarto, não havia nenhuma. Aparentemente, era maior a prestação de culto e amor ao Espírito Santo do que à própria família. Certamente, substituiu os seus genes biológicos por crenças imaginárias e cruzes que mostram um ínfimo ser humano, cuja única recordação real que nos conferiu foi uma ossada, atualmente subvalorizada relativamente a esqueletos de animais que realmente dominaram o mundo pelo tempo que nele permaneceram.

Não era de espantar que as janelas estivessem abertas num dia como este, integrado numa semana de temperaturas altíssimas. Só precisei de ser discreto e tentar não dar muito nas vistas, de modo a conseguir entrar pela janela da casa-de-banho com sucesso e sem parecer um assaltante. Que antes fosse.
Dentro dessa divisão, havia um espelho portátil, que estava pendurado na parede à direita da única janela. Era uma casa-de-banho muito estreita e a porta estava semi-aberta, a cerca de 5 metros de distância de mim. Retirei o espelho da parede e armei-o, lateralmente, para o esbarrar, pela esquina triangular, na cabeça da vítima, matando-a com um golpe certeiro. Esperei.

Esperei durante mais de 10 minutos, contados pelo relógio suspenso e pregado na mesma parede, que mais pareceram uma eternidade. Foi quando ouvi um estrondo. Pensei, de imediato, que ele se tinha desequilibrado, caído e magoado, estando agora indefeso e totalmente vulnerável ao meu ataque. Saí rapidamente da casa-de-banho e dirigi-me ao quarto... não estava lá ninguém.
Mesmo após vasculhar a casa toda, não vi nem uma única silhueta humana alheia à minha. Entretanto, passei por uma janela que estava direccionada para o jardim, mas propriamente na pequena rampa do passeio onde o meu avô deixava o carro. E reparei que ele já lá não estava.

Pareceu-me que o meu plano tinha falhado. Ele escapou à morte prematura. No entanto, o encontro entre famílias não tinha sido desprogramado, tanto que considerei em telefonar-lhe para vir até minha casa, mas, no momento, não o fiz. De certo que estaria a conduzir e se se distraísse com o telemóvel, teria um acidente, que, na melhor das hipóteses, seria mortal. Aí, toda a cidade ficaria a saber do ocorrido e os conhecidos viriam a minha casa, para dar os pêsames. Se eu aparecesse diante de uma ou duas pessoas, tudo bem, mas se o fizesse para com todos os visitantes, certamente achariam a minha atitude suspeita, já que quem os atenderia seria eu e não os meus pais. Já para não falar do funeral...

Ficou decidido: telefonar-lhe-ia após a cerimónia religiosa. Eu ainda sabia a que horas começava e terminava, porque os meus pais levaram-me lá centenas de vezes, com a tentativa de lavar o meu cérebro com a religião. E sabendo que os costumes religiosos da treta nunca mudaram até hoje, provavelmente os horários para a sua glorificação também não.

domingo, 6 de setembro de 2015

Monstro do lago ness

Fan fic: O percursor da morte, parte 5

Esta fan fic NÃO É baseada em factos nem em pensamentos reais, portanto, escusam de contatar as Villas Ramadas.

Olhei para trás e vi um sujeito de farda negra com o facão Machete Kruki que eu utilizara para terminar com o reinado sujo e religioso das minhas vítimas. E pensei, por um instante, que a próxima entidade a ser escavacada pela arma era para ser eu. Igualmente, um alvo sujo, porém, descontente com o segundo adjetivo, sendo que seria melhor e mais correto o rótulo de "herege".
Eu estava desarmado, não tinha qualquer meio para me defender de um portador de um utensílio bem eficaz (reconhecida assim por experiência própria e alguma alheia). Como é que eu poderia escapar deste calabouço? Fechei os olhos. Durante um momento, julguei que este fosse o último...mas não.

Que era o meu pai, já eu sabia e só podia! Mas o que ele estava a tramar, disso eu não fazia ideia. Aliás, se ele quisesse matar-me, tê-lo-ia feito na hora, impetuosamente.
Após ter raciocinado desta maneira, abri os olhos. A silhueta continuava aprumada no mesmo sítio que antes, ainda com a faca na mão. Percebi que o meu pai não iria agir violentamente contra o seu próprio filho e ergui-me, cuidadosamente, com receio de escorregar na poça de sangue que já estava espalhada por todo o chão da casa-de-banho.

De acordo com o que me contou, o meu pai tinha recolhido a arma para confrontar o tal homem encapuçado que referi anteriormente, caso este ainda estivesse dentro de casa. Alegou que patrulhou toda a casa exceto o porão: exatamente onde eu deixei o cadáver da minha mãe. Neste momento, senti a espinha arrepiada. Eu sabia que ele ia ao porão verificar se havia lá algum invasor de propriedade e logo que visse o cadáver da esposa, notaria o facto de não lhe ter contado nada acerca dela e descobriria que eu era o verdadeiro bandido da história. E mesmo que isso não acontecesse, de certo que se interferiria nos meus planos, desarranjado completamente todo o esquema, contactando a polícia e ambulâncias que acabariam por abrir caminho para a intersecção da mídia. Eventualmente, iriam descobrir que tinha sido eu o assassino. Eu até poderia matar um ou dois agentes, mas nunca conseguiria lutar contra tantos agentes autoritários juntos.

Não me lembrei de nenhum instrumento que pudesse servir para contra-atacar o meu pai e precipitado como ele era, de certo que era impossível encontrar alguma coisa mortífera antes de ele descer todos os degraus do porão. Foi a primeira vez que realmente senti algum medo desde que coloquei este plano em prática. Então, tive uma ideia melhor.

Segui-o até à sala-de-estar, onde, mesmo no fundo, se encontrava a porta para o porão. Ao abri-la, era possível notar uma extensa escadaria que se direccionava até aos confins da escuridão ambiental daquele sítio. Com o interruptor ligado, continuava a ser difícil observar corretamente o interior, dado que o local estava visualmente dominado pelo pó circundante. Não era um compartimento muito usado, além disso, a existência de ratos mexericos, que emitiam chiados agudos dentro do mesmo tornava-o acessível apenas para Lúcifer. De certeza absoluta que estes pequenos animais ajudaram a proliferar a poeira pelo porão, após terem notado a presença do cadáver que atirei lá para dentro e começado, possivelmente, a movimentar-se em seu redor, em busca dos nacos de carne mais apetitosos.

Ainda antes de eu ter estabelecido um juízo acerca do compartimento e também de o meu pai entrar nele, ele empoleirou-se para o fundo, estando situado no primeiro degrau, a contar de cima, supostamente com a esperança de conseguir ver alguma coisa no meio daquela pequena tempestade de areia. Foi aí que lhe dei um chuto nas costas, com toda a minha força, fazendo-o tombar por cima de todos os degraus, raspando e injuriando várias partes do corpo, como os braços, cabeça e joelhos. Eu bem sei que, magoando muito os joelhos, torna-se praticamente impossível, para alguém, um levantamento imediato, permanecendo deitado ou sentado durante alguns segundos, os suficientes que eu necessitei para correr pelas escadas e começar uma luta corpo-a-corpo com o meu pai.

Possuindo ele uma faca perigosa e afiada e eu apenas os meus punhos e pés, sabia que me encontrava em desvantagem para com o meu adversário, mas nunca deixaria que alguém me vencesse. Logo o meu pai, criatura maldita, que sempre se achou superior a mim. Durante toda a minha vida e progresso escolar, subestimou as minhas capacidades, mesmo que eu fosse o melhor do colégio. Às vezes, passava certos dias de férias a estudar uma matéria específica, simplesmente para o impressionar... e mesmo assim, esse tempo perdido nunca surtia efeito nenhum. Elaborava jogos de palavras inúteis, conjugando termos completamente opostos, propositadamente para me baralhar a mente e com isso, tinha a vantagem de me chamar burro, idiota, indigente, entre outros adjetivos do género. E mesmo que eu raciocinasse corretamente, era alcunhado de igual maneira. Mas tudo isso tinha acabado.

O tempo que demorei a escrever este bocado foi o suficiente para, na vida real, poder dar cabo do meu adversário. Espanquei-o sem dó nem piedade, até ter ficado imobilizado, deformado, totalmente ensanguentado. Odiava o meu pai, com todas as minhas forças, tanto que as usei para libertar todo o meu desgosto pela sua pessoa, num formato físico e igualmente doloroso ao que me tinha feito, através dos seus insultos e diversas injúrias verbais.

Após a aniquilação do último indivíduo desta casa, só precisei de expandir a minha sede de matança pelo resto dos integrantes da família. Obviamente, eu não podia ser descoberto por algum deles, caso dessem pela ausência dos meus pais e irmã e além disso... eu estava viciado em matar. Descobri que só ficaria satisfeito caso terminasse com a vida de alguém com as minhas próprias mãos.

Esta será a minha primeira noite com cadáveres em casa. Terei bons sonhos?

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Monstro do lago ness

Fan fic: O percursor da morte, parte 4

Esta fan fic NÃO É baseada em factos nem em pensamentos reais, portanto, escusam de contatar as Villas Ramadas.


Dia 10, Sábado, continuação

Enquanto esperava pela sua chegada, observei Lúcifer, o meu gato negro de olhos azuis a passar por entre os meus pés enquanto ronronava, dirigindo-se, posteriormente, para o centro da casa-de-banho, onde se encontravam os dois cadáveres encharcados no próprio sangue. Lentamente, Lúcifer recolheu o seu corpo e as patas, de modo a parecer-se uma pequena bola negra, através de uma visão de retaguarda. Muito junto ao sangue que tinha parado de escorrer, mas ainda fresco, Lúcifer esticou a sua língua e começou a beber o líquido vermelho. Ingeria pequenas doses do mesmo, dado o seu tamanho reduzido.

Num mundo repleto de pestes conhecidas como "humanos", considerei, desde sempre, os animais como os meus melhores amigos. Não só pelos afetos que por eles todos nós possuímos, mas também pela facilidade que eu teria em aniquilar um: não falam, portanto, não gritam nem pedem ajuda, em redor deles somos sempre os gigantes, daí a facilidade neste exercício. Não resmungam quando têm fome ou sede, logo que podem morrer famintos sem nunca ninguém ter culpa. E o melhor de tudo, mas que não se enquadra neste tópico, é que, mudos como são, nunca poderiam denunciar aos outros as atrocidades que apenas um só ser humano é capaz de realizar. Observam-nos como espiões, mas não entendem o que é considerado "mórbido" para uma pessoa normal. Permanecem calados, mesmo que queiram reportar alguma coisa, basta dar-lhes comida ou atirar um osso de borracha ao ar para os calar... não só na vocalização de onomatopeias, como também mentalmente.

No entanto, eu nunca matei um único animal. Nem cães, gatos, ratos ou pássaros. São presas demasiado fáceis. Prefiro lutar contra um humano e sair como vencedor. Passar por despercebido, agir na calada e pensar no próximo plano/vítima são os meus passatempos favoritos. Exigem inteligência, um bom uso da lógica, por parte do cérebro humano. Apenas os cobardes matam animais: pobres e criaturas inocentes sem nenhum mecanismo defensivo...

Toda a minha família estava impugnada quanto ao nome proposto por mim ao gato. Receberam-no como uma "palavra satânica" ou um "nome proibido". É o que dá viver junto de uma família religiosa. Totalmente tapados da realidade, nem sequer sabem o significado do nome "Lúcifer", que tanto desdenham. Ironicamente, é uma força que os religiosos buscam: A Luz. "Lúcifer" significa "Iluminado". Está mais coberto pela luz um ser encarado como demoníaco do que os membros da minha pobre família. A única luz que conseguiram visualizar foi aquela, que se encontra ao fundo do túnel. Porque por toda a sua vida, ofuscada pela religião, tornaram-se nuns merdas, seguidores de Deus, cegos quando à vida real, cegos quanto às necessidades de um filho...

Repentinamente, ouvi a campainha a tocar. Ao olhar pelo pequeno vidro que me permitia observar o exterior, vi que quem estava do outro lado era o meu pai. Eu bem podia abrir a porta e matá-lo no momento, mas não seria uma boa alternativa para um morador de uma vivenda, sabendo que qualquer um que passasse por aqui e visse o assassinato denunciar-me-ia imediatamente. A minha única opção era deixá-lo entrar e exterminá-lo aqui dentro. Mas isto não correu como planeado...

Assim que abri a porta, o meu pai correu diretamente para a casa-de-banho e viu...
o assassinato que cometi... mas o pior é que eu tinha deixado o facão junto aos cadáveres e não sabia que outro objeto poderia usar para acabar com a minha família de vez. E lembrei-me que a casa-de-banho tinha janelas para o exterior. Julgo que o meu pai tenha visto a divisão coberta de sangue quando passou por ela. Foi então que decidi baixar a sua guarda.

Eu disse que um homem encapuçado tinha entrado em casa enquanto eu fazia o jantar, acrescentando que o observei de esguelha, não podendo captar muitos pormenores da sua aparência física. Aleguei que tinha telefonado à polícia para vir cá a casa.

Ele estava irrequieto e com o rosto lavado em lágrimas. Nem sequer chegou a perguntar pela mãe. Também não lhe disse que tinha ouvido gritos da Beatriz, aliás, eu penso que não observou o cadáver por tempo suficiente para entender que tinha sido esquartejada e caso estivesse viva, fartar-se-ia de gritar de dor durante a retalhadura da sua carne.

Quando finalmente caminhou para fora da área adjacente à casa-de-banho, tive a oportunidade perfeita para pegar no facão e espetá-lo na cabeça ou no coração, de modo a terminar com tudo de vez. Mas quando entrei na divisão, não vi o objeto em lado nenhum. E quando percebi o que poderia ter acontecido, já era tarde de mais.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Monstro do lago ness

Fan fic: O percursor da morte, parte 3

Esta fan fic NÃO É baseada em factos nem em pensamentos reais, portanto, escusam de contatar as Villas Ramadas.



Dia 10, Sábado, continuação

Depois de mudar de roupa, Beatriz estava pronta para se saciar com a sua última refeição, junto de e preparada por aquele que a convertera num mártir.
Não trocámos uma única palavra, um para o outro, durante até ao máximo que o banquete durou. Ouviam-se apenas os barulhos estridentes que os talheres faziam ao baterem no prato, ruído estridente o suficiente para causar calafrios nos mais medricas. Provavelmente, estes suicidar-se-iam caso assistissem ao próximo avanço. In e felizmente, não ocorreu um auto-genocídio em massa, mas sim um pequeno homicídio, que não deixou as duas vítimas ilesas.

Pouco tempo depois de começar a comer, a minha irmã teve de deixar a mesa. Sentiu-se mal com a comida, disse ela. Esperei alguns momentos após a sua saída e deduzi que tinha ido para a casa-de-banho vomitar. É normal que uma pessoa com uma mente tão inocente não soubesse que a carne não era, em maioria, a de costume, comestível, mas sim a da própria mãe. E é óbvio também que apenas um ser abominável, perverso e poluído conseguisse tirar o proveito de se abastecer com carne humana, vinda do cadáver da pessoa que o trouxe ao mundo.

Levantei-me e saí. Fui também em direção à casa-de-banho, onde pude observar, pelas frestas da porta, a minha irmã, de joelhos, com a cara virada para o ralo da retrete, a vomitar. Mas que presa fácil!
Entrei de relance, tão rapidamente que ela nem teve possibilidade para se levantar, nem mesmo para se defender. Grávida como estava e pesada, pôr-se de pé de imediato seria praticamente impossível. Daí eu ter tido mais facilidade para elevar o número de vítimas a três.
Sem mais rodeios, peguei nos seus cabeços e puxei-os. Seguidamente, dei-lhe um pontapé na nuca que fez Beatriz bater com a cabeça na retrete. Foi o suficiente para a deixar inconsciente, mas não haviam certezas de uma recuperação demorada, não me reti para colocar a sua cara dentro da bacia, cheia de água suja e vomitado. Esperei que finalmente morresse por afogamento, enquanto a pontapeava ainda mais, mas na barriga. E quando deixou de resistir, entendi... ela estava morta.

Eu tinha matado a minha irmã. Mas dentro dela, ainda estava o pequeno feto do Rafael. Não sabia se ele estava vivo ou morto, portanto, vi-me obrigado a certificar-me de que o tinha exterminado completamente. Mas que culpa tem um bebé de eu não receber os mesmos privilégios que a minha irmã? Porque eu sei que, vagarosa como ela é, continuaria a viver em casa dos pais até morrer caso não tivesse sido sodomizada por um rufia qualquer. Se não tivesse engravidado, o feto nunca existiria, nem as respetivas regalias para a sua mãe. Estaríamos todos no mesmo patamar e não eu no fundo da tabela. Eu odeio ser o inferior.

Ora e como é que eu fiz para aniquilar o pequeno Rafael? Tive de despir a Beatriz e retalhar-lhe a vagina, para que ficasse larga o suficiente para puxar os seus órgãos todos até chegar ao feto. Como ainda não tinha encontrado nada instantaneamente, precisei de esquartejar também a sua barriga, com o mesmo facão Machete Kruki que tina usado para desfiar a carne da minha mãe. Depois de muitos cortes, ao meu lado vi vários órgãos desfigurados, embebedados em sangue, que pintavam de vermelho, o chão branco da divisão. Vi veias, artérias, pedaços de pele retalhada, os ovários, os intestinos saídos da barriga que cobriam uma pequena parte do corpo morto, o fígado, o estômago e finalmente, após muita procura, tinha encontrado o cordão umbilical. Puxei-o e vi, o feto, ainda quase intacto, coberto pela placenta.

Já estava quase totalmente formado, mas como já não tinha como sobreviver, só precisei de lhe injetar profundamente com a faca no corpo, provocando-lhe lacerações perturbadoras. O seu cadáver apresentava uma cor rosada, assemelhando-se a um tumor cancerígeno removido de um corpo são. Ainda adicionei algum sal hipertónico para ver, ao pormenor, o cadáver húmido e ensanguentado a contrair-se, como se fosse um cão indefeso a querer defender-se de uma pisadela vinda de um brutamontes.
E assim, exterminei o pequeno Rafael. Matei-o antes de poder viver.
Não estava a tempo de limpar todo este sangue antes da chegada do meu pai, mas foi precisamente por isso que me surgiu uma ideia brilhante.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Monstro do lago ness

Fan fic: O percursor da morte, parte 2

Esta fan fic NÃO É baseada em factos nem em pensamentos reais, portanto, escusam de contatar as Villas Ramadas.


Dia 10, Sábado

Hoje comecei com os meus planos de luta pela independência: após uma primeira construção, pude finalmente derrubar as torres, sendo o obstáculo inicial... a minha querida mãe.
Sempre presente em casa, a tratar das tarefas domésticas e o melhor: na ausência do meu pai e da irmã. Incessantemente com a tradicional preocupação de mãe, fazia-me milhares de perguntas totalmente desnecessárias acerca de mim e dos meus afazeres, suspirando um leve "enfim" para cada resposta sonoramente grosseira que ouvia. Provocadora, facilmente irritável e completamente drogada, estas são as palavras que melhor caracterizam este monstrengo que vive na minha casa. A principal causadora de problemas entre a família, sendo estes ininterruptos no meu tempo de criança. Ocorreram, inclusive, momentos em que me apetecia matá-la ou mandar alguém fazê-lo. Mas hoje, não tive de pagar a ninguém para espalhar o sangue, mas houve realmente um pagamento realizado por alguém...com a sua própria vida.

Ora lembram-se da preocupação de mãe que referi? E será que conseguem imaginar uma preocupação vinda de um filho? Mas em arranjar um lugar para arrumar com o cadáver decepado de um familiar? Essa foi uma das minhas maiores preocupações, mas nada que eu não conseguisse resolver, pelo menos, atenuar...

O meu primeiro passo foi desligar o quadro elétrico, mas apenas para as funções restritas às telecomunicações, de modo a que o fixo ficasse inutilizável. A internet também fora desativada. Entretanto, ouço um barulho vindo do meu telemóvel, que trazia, cautelosamente, para me manter atualizado acerca das ações do meu pai e da minha irmã. O curto som que ouvira tinha sido o do Whatsapp, que só funciona se a internet estiver ligada. Porém, eu não estava a usar a de casa, mas sim a dos dados móveis que a operadora oferece a cada mês.
Era uma mensagem da minha irmã: dentro de uma hora, estaria em casa. Foi aí que eu entendi a necessidade de me despachar. Sem mais rodeios, dirigi-me à cozinha, onde estava a minha mãe, a preparar carne para o jantar. Com um facão Machete Kukri, um leve deslize pela carne podia dilacerá-la em dois bocados, instantaneamente. E aí, eu decidi tirar o pão do respetivo saco, com a fingida intenção de querer comer uma sandes. Através da desculpa "nenhuma destas facas em volta presta", foi-me dado o facão que tanto adorei manusear. Sentia-me como um verdadeiro assassino. Não demorou muito para que eu pudesse deixar de me sentir espiritualmente como um açougueiro e conseguisse sentir na pele a sua designação. E fazer um alheio senti-la igualmente...

Não pensei em deixá-la virar-se de costas para poder atacar. Estava totalmente indefesa e desarmada, o que poderia fazer para se defender de um homem com uma faca em sua direção? Foi aí que cravei a pequena superfície arredondada da faca na nuca da minha primeira vítima. Imediatamente, caiu no chão de costas, virada para mim, a balbuciar palavras que nem sequer entendia, devido ao sangue todo que gorgolejava na boca. Senti o fluído quente a escorrer pelas minha mãos e vi a minha mãe, quase morta, deitada no chão, a contorcer-se e a tentar elevar-se. Não mexia sequer os seus membros, apenas o tronco, assemelhando-se a um verme aflito após ter sido pisado. As suas últimas palavras não foram inteligíveis. Nem eu sequer prestei atenção à última vez que tivemos a possibilidade de falar mutuamente

A sua face aparentava um extremo padecimento, com a boca totalmente aberta, mas repleta de sangue, que continuava a escorrer aos montes e os olhos... os seus olhos estavam muito abertos e chorosos. Gemia e chorava, tanto que pôde limpar, parcialmente, a face coberta de sangue. Os seus olhos indicavam remorso, muita culpa, culpabilizando-se, possivelmente, pelo facto de não ter sido boa mãe... tal como ela sempre receava.
Não consegui conter as lágrimas e chiei, como uma ratazana no seu último suspiro. A minha cara devia parecer-se com uma cascata. Mas não podia dar-me por vencido e continuei a golpeá-la com o facão. A cada injúria que lhe provocava, vinham-me à cabeça memórias suas, dos bons e poucos momentos que passei junto com a minha mãe. E a cada injúria que lhe provocava, ela gemia ainda mais alto, como se quisesse pedir desculpa e que era bem possível que pudéssemos ter passado ainda mais bons momentos juntos, numa voz lacrimosa, da maneira que eu imaginava.

Não havia maneira de eu não poder chorar. Mãe é mãe.
O meu coração batia cada vez mais rápido e pensava eu para mim...:

Perdoa-me minha querida mãe, eu não queria fazer isto, eu não queria, não queria! Foste a única pessoa que se deu ao trabalho de me ajudar a sobreviver neste mundo recheado de pequenos insetos chamados humanos... mãe, minha querida mãe, tu foste o único humano pelo qual pude expressar o sentimento de afecto e amor. Perdoa-me, minha mãe.

E antes de terminar a minha tese depressiva, já estava ela morta. Branca como a neve, repleta de camadas vermelhas, como Marte... Marte, o planeta vermelho, simbolizador da guerra, do sangue, da violência... da morte...

Nem demorei sequer cinco minutos para completar a minha primeira missão. Ainda precisava de tratar da minha irmã, nos seguintes cinquenta minutos. Precisava de preparar algo para o jantar. A carne de vaca estava quase toda cortada, mas numa oportunidade destas, não pensei imediatamente nisso. Pensei em cortar e cozinhar a carne da minha mãe. Desde há uns tempos para cá que tive uma estranha vontade de provar carne humana. E apostei que a minha irmã não iria sentir um sabor diferente, caso eu a misturasse com a carne de vaca. O meu pai chega mais tarde a casa, dando-me um tempo para pensar no que fazer seguidamente.

Juntei os pedaços que cortei dos braços e dos seios com o cozido regular numa panela de pressão. Deixei a carne aquecer durante vinte minutos, tempo suficiente para transportar o cadáver para o porão, limpar o chão e mudar de roupa. Não estava receoso quanto a colocar as minhas vestes embebidas em sangue no sítio da roupa suja, dado que não estarão muitos por cá para me perguntar o que tinha acontecido. E assim decorreu, sem muitas preocupações, a transposição do peso-morto para o local onde ficará a abastecer os ratos esfomeados de cave e a limpeza da casa. A comida estava pronta. A minha irmã chegou a casa.

domingo, 30 de agosto de 2015

Monstro do lago ness

Fan fic: O percursor da morte, parte 1

Esta fan fic NÃO É baseada em fatos nem em pensamentos reais, portanto, escusam de contatar as Villas Ramadas.

http://i.guim.co.uk/img/static/sys-images/Guardian/About/General/2011/11/3/1320331138751/Down-to-the-Kitchen-for-b-007.jpg?w=620&h=-&s=7bbd4eb05a7e8b646ddf966185a25139 

Vocês sabem o que é um serial killer? É uma pessoa que possui a proeza de conseguir matar três ou mais pessoas durante pouco mais de um mês, juntamente com um período de pausa significativa entre os assassinatos. Ottis Toole, Lavinia Fischer, Elizabeth Báthory, Ed Gein. Peter Norris Dupas...homens e mulheres, todos eles meus ídolos, os verdadeiros perfis de uma mente humana violenta e perversa. Será que tais perfis poderão gerar uma nova mente digna dos mesmos adjetivos? Ou talvez seja apenas um instinto nosso, surgido por volta dos tempos de infância, que nos convence a praticar o contrário do que está escrito na lei. Se calhar, um fascínio por cemitérios seja a principal causa para um consequente enterro dentro deles. As vontades de mirar as lápides, ler os nomes dos sucumbidos junto com o tempo que viveram e imaginar o porquê de um recinto recheado de mortos estar à vista até do público foram sempre alguns dos meus passatempos enquanto criança. Como se quisessem que todos nós tenhamos medo da morte ou que pensássemos nisso, forçadamente...
Já tive obsessões com estrelas, dinossauros, matrículas de carros... mas nunca pensei em nada assim. Até se torna um pouco difícil imaginar-nos a pensar em tais coisas, sendo que já fomos todos bebés, tão inocentes, tão indefesos... e com o passar do tempo, cientes e repletos de ideias vingativas, nem que a sua execução dependa do referido substantivo para muitos outros humanos alheios...

Perdão por este parágrafo introdutório tão grande, nem me lembrei de me apresentar. O meu nome é Carlos Kuten, filho de pai português e mãe alemã. Tenho 19 anos e... odeio a minha vida. Se bem que odeio ainda mais a dos outros. E todos os dias penso nisto: será que posso sobrepo-la à dos restantes humanos? Creio que sim. Para dizer a verdade, tenho andado a pensar demasiado nisto, tanto que, de um modo singelo, acabei por pensar em vários planos que eventualmente conseguirão realizar os meus desejos. Sim, de um modo singelo. Sinceramente, esta minha tendência para o mal já nasceu comigo. Sinto que sou parte de Satanás... não que o seja, de uma maneira metafórica, relativa ao meu pai.

Já tinha dito que odiava a minha vida? E a dos outros também? Pois bem, repito. E tudo por causa de uma pessoa: a minha irmã. Ela chama-se Beatriz e atualmente, está grávida de 7 meses. Ela já teve o direito à sua própria casa, carta de condução e carro. Quanto a mim, sou um desgraçado. Não tenho direito a nada, a não ser a estudar, estudar, estudar. Todos os meus colegas já têm carro e alguns já têm a casa e a renda pré-paga pelos paizinhos. Sou o único que continuo a viver debaixo do mesmo teto onde nasci, rodeado pelas mesmas entidades que me observaram pela primeira vez. E embora tenham todas as possibilidades para fazer as necessidades à minha irmã, quando o assunto é sobre a minha independência, a resposta é sempre a mesma: "não temos dinheiro."

Isso revolta-me profundamente e eu tenho que pôr um fim nisto. Quero ser independente, quero que outras coisas novas e práticas entrem na minha vida. Quero estar longe da minha família e receber tudo o que eles atualmente possuem...TUDO! Mas eu já não vejo isso como um dilema, porque sei exatamente que torres precisarei de derrubar e quais as demolições que terei de arquitetar. Quando todas as elevações perecerem diante dos meus pés, construirei o meu próprio altar, num império independente.
Mas para o meu modus operandi, terei de continuar dependente de alguns fatores alheios. Sem a negrura da natureza, não estenderei o meu passo.

A morte é a única promessa que se concretiza realmente. Mas quando isso ocorrerá, ninguém sabe ao certo. Se eu pudesse, ao menos, adiantar o relógio da morte...

sábado, 3 de janeiro de 2015

Monstro do lago ness

Fan Fic- Fineas e Pherb parte 3

Personagens novas:
<--- Doofensmitz

<--- Baljeet


Passou-se muito tempo desde que o pai do Phineas e do Ferb fugiu de casa aterrorizado com a notícia de que a sua esposa era, na verdade, um homem, que lhe foi dada por ela mesma. E não foi só isso: segundo a mãe, todas as mulheres são homens. O pai correu, correu e correu até que se deixou de haver sinal dele. No entanto, a mãe sabia para onde é que o pai tinha ido: ele estava na casa da árvore dos DickSons, pessoal que, ao contrário do que o seu apelido indica, é adorado por toda a vizinhança. Toda a família é muito prestável e deixaram o pai do P e do F esconder-se na casa-da-árvore que estava no quintal. O pai já tinha esse hábito há muito tempo, tanto que a sua esposa já sabia onde ele tinha ido.

P: *sentado, de cócoras, com a cabeça enterrada nos joelhos e os braços estendidos no chão*.
M: Já vi que estás aí.
P: *olha para o lado e dá um berro de susto* AAAAHHHHH! Vai-te embora, sua gaja aparente.
M: *ri-se* Eu não acredito que tu levaste a sério o que eu disse!
P: Claro que levei! Senti-me horrível naquele momento!
M: Eu não sei se tu sabes, mas, todas as mulheres têm uma pilinha, tal como os homens!
P: *começa a tremer de medo*.
M: Essa pequena estrutura que nos torna tão parecidos é o clitóris!
P: Wut?
M: É verdade! O clitóris é como um pénis para as mulheres! Têm muitas semelhanças entre si! Só que a maior parte do clitóris está enterrado dentro do corpo da mulher e apenas uma pequena bolinha seria vísivel.
P: Entendo. Mas seria horrível se estivesse todo de fora. Já imaginaste um homem de quatro, por baixo?
M: Oh, se vi! É claro, nos vídeos homossexuais do Redtube e do...
P: *interrompe* sim, sim, isso eu não preciso de saber.
M: Não há problema. Vamos para casa?
P: S-sim...
M: Ainda bem.
P: Mas nada de conversas de homens pelo caminho, certo?
M: Está bem.
P: Que bom. Eu vou então contar uma história de algo que aconteceu há pouco tempo. Era uma vez um homem...
M: *interrompe* na na na! Tu disseste: "nada de conversas de homens pelo caminho" e tu referiste a existência de um!
P: Oh, está bem, eu substituo. Então, era uma vez um cavalo...
M: *interrompe* na na na! Cavalo é masculino!
P: Pronto. Era uma vez uma égua que estava no escritório...
M: *interrompe* na na na! Escritório é masculino!
P: $%#&$#!!! Pronto, que regressem as conversas de homens.
M: Yay! Vídeos de gays no Hardtube.
P: Holy Jeebus...

Entretanto, o Phineas e o Ferb chegam a casa e começam a jogar às cartas no quintal. De repente, aparece o Baljeet a correr, na direção deles, com um ar assustado.

P: Bons cumprimentos Baljeet? O que vos levai a atravessar o relvado desta humilde habitação?
F: Phineas, falar à rei não te fica nada bem.
P: I 8 u...
B: Vocês nem vão acreditar! A Isabella está na ponte da autoestrada e diz que se vai suicidar porque tu, Phineas, foste mau para ela.
P: LOL! Eu não fui mau, fui realista.
B: Ela só disse que foste mau, não deu mais detalhes. Temos de ir, rápido!
P: Tá.
F: Que remédio.

Eles dirigem-se até à ponte...

P: Isabella, o que querias?
I: Phineas, não me faças mal! Senão, eu atiro-me daqui a baixo!
P: Isabella, não faças isso sozinha. Se tu fores, eu também vou.
I: *sorri* Oh Phineas!
P: Eu também vou até aí... para te empurrar e apressar a tua morte *empurra-a*.
I: AAAAAAAAAAAAAAAA!!!! *puff*.
F: É...acontece...
B: Vocês sabem qual foi a sua velocidade média durante esta queda?
F: Não.
B: Nem eu.
P: Isso é tipo a piada do não e do nem eu. Conhecem o não?
F: Sim.
P: Eu também. foda-se o não e o nem eu, o sim e o eu também são mais cool!

Eis que a Candace aparece no bar e encontra-se com o M.

M: Tá feito?
C: Não pude... estive muito ocupada com estas coisas do ano novo.
M: Não me faças rir.
C: Oh, é uma pena, porque o senhor deve ter um riso fantástico! Bom bom seria se não tivesse aparelho!
M: Tem algum problema com aparelhos nos dentes, menina?
C: Eeeeh. Claro que não. Nunca! Até porque eu conheço muitas ruivas com aparelho nos dentes!
M: Ruivas, se faz favor.
C: Oh, sim, sim! Quer um café?
M: Não. Eu queria o enredo terminado.
C: Eu posso recompensá-lo! Posso pagar-lhe uma pizza! E o melhor: pode ser uma ruiva a atendê-lo! E com aparelho nos dentes! Ah ah ah, ridículo.
M: Candace Desdemona Revontulet Sakamoto Fucking Flynn, és a pior transgreção que já alguma vez conheci. Por favor, R.I.P.
C: Sim, sim... eu descansarei em paz...
M: Não. R.I.P. significa "Rest In Putrid". *vai-se embora sem pagar*.
Empregado: Hei, senhor! Não pagou!
M: Fica na conta dela. Se ela não pagar, chame o exército.
C: M-mas... e o nosso anime?
E: Menina, tem assuntos mais importantes a tratar.
C: E-eu não tenho dinheiro!
E: Sendo assim terei de chamar a máfia. Você já foi.
C: Fvck...

Entretanto, no outro lado da cidade, o agente Carl dirige-se ao quartel-general do Doofenshmirtz, num avião de guerra, pronto para dar cabo do pobre homem vestido de farmacêutico. No entanto, o avião começa a parar. O que se passa? Carl virou-se para trás e viu... o Perry! Estava numa pequena avioneta e prendeu uma fita à cauda do avião, à distância!

C: Miserável ornitorrinco! Morre! *pressiona um botão que lança mísseis para trás, que atingem uma das asas da avioneta*
P: *pensa: vou ter de saltar para aquele avião, estarei mais seguro lá dentro do que cá fora.*

Então, o Perry espera a altura perfeita para o salto... a sua avioneta estava muito debilitada e qualquer ventinho podia fazê-la movimentar-se bruscamente. Repentinamente, aparece um enorme dragão que agita a cauda e origina vento contra a avioneta. Graças a isso, o Perry pôde entrar dentro do avião do Carl, através de uma fenda causada pelo Ataque de Rochedos, vindo do dragão. O ornitorrinco injecta um soro matemáticocilínico (uma substância que faz com que uma pessoa adormeça instantaneamente) no Carl e ele...pronto, adormeceu. Duuh!
Imediatamente, o Perry começa a comandar o avião e bate no quartel-general do Doofenshmirtz. Ele estava na casa-de-banho, a partir a pedra, a pensar na Bonnie Mckee.

D: Hei, o que vem a ser isto? Perry ornitorrinco! Só podias ser tu!
P: Não é o que parece Dr! Eu vim aqui para o salvar de um ataque mortífero!
^ isto é o que ele estava a pensar. Na verdade, ele disse:
P: Grrrrgrrrrgrrrgrrgrgr!!!
D: Tu não me enganas, seja lá o que querias dizer! Eu inventei uma bomba carregada de césio e frâncio! E vou lançá-la contra ti. Assim que eu ligar os chuveiros de emergência, a bomba irá destruir todo este prédio! Nunca mais existirão provas da existências das minhas maldades! *risada diabólica*.
C: *acorda* Hun? O que é isto tudo?
P: *aproxima-se do Carl e cospe nele*
C: Mas que raio foi isso?
P: *direcciona a bomba de césio/frâncio contra o Carl através de um feitiço de boa sorte que ele fez no dia anterior, pega no Doofenshmirtz com o seu braço suplente de bolso que comprou no Ebay e usa as suas asas de águia, que tinha escondidas debaixo do seu pêlo, para escapar do prédio que ia acabar por ser destruído*
C: *morre*

Lá fora...

D: Perry ornitorrinco...salvaste-me? Como te posso agradecer?
P: CHEESECAKE DE MORANGO! MUITOS DELES!
^ isto é isto: V
Grrrrgrrrgrrrgrrrgrr!
D: Ah ah! Sem problemas!

Então, ambos os dois partem numa viagem para um sítio qualquer, tipo a Somália ou a Austrália. Até rimou.
No entanto, a Candace corre para alcançar o M, que estava no mesmo passeio que ela. Quando ela já está mais perto dele diz:

C: M!!! Esqueceste-te de uma coisa!
M: Do quê?
C: Da factura!
M: *tira um lápis da camisa e espeta-o no olho da Candace*
C: *geme e grita de dor*
M: Agora pegas no lápis e escreves, na parte de trás do talão, o enredo do anime que querias tanto criar. Quero isso escrito e enviado para o meu correio amanhã às 6 e meia da manhã!
C: O nosso projecto irá continuar?
M: Ah ah! Claro que não. Só quis ver a tua cara de parva quando pensaste que te ia dar uma oportunidade. Tu nem serves para limpar o meu lixo.
C: *cai no chão e morre. Teve uma trombose. Viu um escaravelho-golias à sua frente e assustou-se. Tanto que não resistiu ao encontro*.

E pronto, "Fineas e Pherb" está terminado. É caso para pôr isto a dar:

sábado, 27 de dezembro de 2014

Monstro do lago ness

Fan Fic- Fineas e Pherb parte 2

As personagens são as mesmas que as da fan fic passada, com a adição de mais algumas:

 <--- Perry
<--- Francis

<--- Carl


A acção desenrola-se, neste momento, num bar escuro, coberto da fumaça que sai dos cigarros dos toxicodependentes e dos wannabe-esses.  Sentado numa cadeira da mesa do canto extremo esquerdista (não interpretem isto mal), encontra-se o tal M, vestido da mesma maneira que no capítulo passado. Ele esperava pacientemente por Candace e pela prenda que iria receber, até que olhou pela janela e viu-a, com uma carroça atrás. M não mexe uma palha. Isto porque M não tem palhas no corpo. Ele moveu os olhos para acompanhar o trajecto da moça, que entrou no bar, com um caixão embrulhado num laço laranja.

M: Agora és coveira?
C: Nada disso! Tenho aqui a tua ruivinha *disse ela enquanto recuperava o fôlego*.
M: Diz-se "Ruiva". E não podias tê-la trazido dentro de algo menos fúnebre?
C: Não havia mais nada nas lojas. Era do tamanho dela e tudo. Alguns polícias vieram atrás de mim, mas eu safei-me ao comprovar que a pessoa que estava dentro do caixão não era um morto.
M: Então abre-o.
C: *abre. Saiu de lá uma linda Ruiva que trazia uma banana na mão. Ela foi logo sentar-se no colo do M*.
Bom, eu vim cá antes para lhe falar acerca do tal negócio.
M: Você queria que criássemos um anime 100% português com gore e hentai extremo?
C: Exacto. Mas como o senhor tem mais experiência no assunto que eu, queria propôr-lhe outra coisa.
M: Que eu faça tudo e que coloque o seu nome nos créditos? Não.
C: Não é isso! Eu posso fazer um enredo e depois, você adapta-o para um gore-hentai!
M: É exactamente a mesma coisa.
C: Não. não é! Eu tenho uma história já feita! E até posso ajudar na parte do hentai. Sabe, é que os meus irmãos praticam incesto e...
M: *interrompe* Isso não é do meu interesse, Conte lá a sua história.
C: Bom *pega no papel com a história escrita e começa a ler* Era uma vez um gato com asas que vivia na cidade, era rico, mas estava muito triste. Então, mudou-se para o campo e ficou feliz! Pronto.
M: Isso é a história ou é uma piada para ser contada na história?
C: É mesmo o enredo.
M: Então e a moral? A moral da história, onde está?
C: Moral? Que moral é ilustrada pelos gores?
M: Bom, o Gantz ensina que se não queres lutar contra extraterrestres, não poderás morrer. E o Genocyber ensina que não se deve comer gelatina verde peganhenta numa aula de anatomia interna.
C: E isso é a moral da história?
M: Sempre pode vir a ser útil.
C: Em que parâmetros?
M: No caso de se não quiseres lutar contra extraterrestres, não poderás morrer.
C: Mas é impossível não morrer!
M: A não ser que faças macumba para não morreres. E esta será a moral da história do nosso projecto.
C: Até faz sentido. Bom, eu vou para casa desenvolver a ideia. Amanhã vemo-nos cá à mesma hora.
M: *não responde*.

Agora, no caminho para a casa da Isabella, os três mini-humanos começam a conversar.

F: Hei, vocês querem jogar um jogo?
I: Qual?
F: O jogo do lagarto que come batatas.
P: Como é que se joga a isso?
F: Cada um tem que dizer uma palavra semelhante à que foi dita anteriormente e quem disser "batata" terá que andar com uma cauda de lagarto no rabo durante uma semana.
P: Parece interessante. Eu começo: Filósofo.
I: Teorias.
F: Extraterrestre.
P: Verde.
I: Legume.
F: Batata. Oh, f*ck...
I:

F: Odeio este jogo.
I: Estamos perto de chegar à minha casa. Acho que vocês nunca a viram, certo?
P: Penso que não.
I: Hão-de adorá-la! Tem um quintal enooooorme.
F: *toca no ombro do Phineas e sussurra-lhe, enquanto a Isabella descreve a sua casa* Ouviste? Quintal! Podemos fazer incesto lá!
P: Não Ferb, é melhor não. Devíamos guardar isso em segredo. Deve ser tão secreto como a Área 51, a mentalidade feminina e o facto do Perry ser um agente secreto.

Eis que, no quartel onde o Perry costuma ir quando espera por uma missão, aparece o Major Carl e o Major Francis, que acabaram de ouvir a frase do Phineas. O Perry, já disfarçado de detective, começa a fazer-se de desatento, como se não tivesse ouvido nada... no entanto.

Francis: Agente P., o senhor está em perigo. A sua identidade secreta foi revelada ao mundo e agora temos de lhe apagar todas as suas memórias!
Carl: As memórias do Agente P.? Não deveriam ser as dos rapazes?
F: Não. O Agente pode vir a ser descoberto novamente, mais tarde ou mais cedo e para evitar problemas, a nossa organização vai fechar, as memórias do ornitorrinco serão eliminadas e iremos planear um ataque terrorista ao quartel-general do Doofernshmirtiz.
C: Oooh, boa ideia!
F: Eu vou ter com o ornitorrinco, e tu ficas aqui. Se eu não voltar até daqui a pouco, é porque fui comprar tabaco. Pode iniciar o ataque terrorista sem mim.
C: Sim, sim!
F: Cá vou eu. *é teletransportado para a sala de onde o Perry se encontrava*. Agente P., foi muito bom conhecê-lo, mas pelo seu bem, terei de lhe apagar as memórias. *pega na arma que elimina as recordações e prontifica-a a atingir no Perry*.
Perry: *pensa. Eu não posso deixar que o Doofernshmirtiz seja assassinado... e para isso, terei de contratacar o Carl e o Francis pela mesma moeda. Então... cá vou eu!*

Perry começa a correr em direção a Francis, com muita velocidade. Este ainda sente alguma dificuldade em disparar contra o ornitorrinco e é neste momento que ele se lembra dos bons momentos que passaram juntos: estiveram na praia, foram escalar o monte, beijaram os pés um do outro, fapparam em conjunto com ver um videoclip da Leah Dizon... Francis estava paralizado. O Perry também... mas este deu um pontapé forte na arma, que foi parar até à muita distância dali. Perry foi buscar a arma e preparou-a para disparar em Francis. Mas ele não fez nada; caiu de joelhos e disse:

F: Agente P.... termine com as minhas recordações negras do maldito tempo em que estive por trás daquele ecrã... eu fui dominado durante anos pelo Carl e ele agora vai assassinar o Doofernshmirtiz. Eu nunca pensei numa coisa dessas! Mas se eu não alinhasse, eu teria o mesmo destino que o Dr.. Portanto, vai em frente e termina com as minhas memórias e pára aquele lunático do Carl. O destino do mundo está nas tuas patas de pato. LOL.

Agora vocês esperavam uma despedida muito amaricada, certo? Mas não. O Perry não hesitou e boom! Disparou no Francis que começou com as clássicas questões de quem perdeu a memória: "Onde estou?", "Quem sou eu?" e "Porque é que o meu polegar é tão grande?". Bem, esta nem tanto, mas é verdade, o Francis tem um polegar enorme. Vocês é que nunca o viram, porque ele está sempre atrás de um visor que apenas mostra a sua façanha. Então, Perry pôs-se a andar, para salvar o seu arqui-inimigo; algo que ele nunca pensou em fazer, uma única vez...

Enquanto a isso, os três amigos já estavam na casa da Isabella. Todos eles estavam no quarto da menina.

P: Então, o que vamos fazer?
I: Vamos jogar ao €uro!
P: Eu já joguei disso taaaanta vez.
I: Mas esta não vai ser uma partida vulgar! Vamos jogar à maneira da Isabella!
F: E como é isso?
I: Vocês já vêm.

A Isabella vai ao armário buscar a caixa do jogo, abre-o e começa a prepará-lo.

I: Vocês já sabem como funciona: atira-se o dado, move-se o boneco e tira-se uma carta. Fazemos pela ordem: eu-Phineas-Ferb. *atira o dado, move o boneco e tira a carta, que tem um efeito qualquer*.
P: Agora sou eu! *repete o processo, mas fica surpreso com o último passo... na carta dizia: "dar um beijo no nariz na Isabella*. Esta carta tem um efeito diferente dos outros...
I: Não te preocupes! Só tens de seguir o que a carta te diz.
P: Ok... *aproxima-se da Isabella e beija-lhe o nariz. Ela dá um gritinho fino e ensurdecedor*.
F: Agora sou eu. *repete os processos, tira uma carta e lê que pode receber 500€, vindos da caixa automática, como um bónus*
P: Boa Ferb! Parece que tu és o que teve mais sorte, pelos vistos.
I: Ai, eu não acho, hehehe.

O jogo continua, com as regras da Isabella. Sempre que o Phineas tirava uma carta, tinha de fazer algo de amoroso à Isabella, algo que ele acabou por descobrir através do padrão de como as cartas tinham sido colocadas. Eis que ele diz:

P: Bom, agora tenho de ir à casa-de-banho. Ferb, podes ficar com a minha vez!
I: *aflita* NÃO PODES!
P: Porquê?
I: Está avariada! E assombrada! Tem lá um fantasma horrível! *pega numa garrafa e dá-la ao Phineas*. Toma, podes fazer aí.
P: Mas eu não queria fazer xixi.
I: Então? Não me digas que querias...
P: *acena que sim com a cabeça* Largar um submarino. Eu posso fazer no quintal, se me deixares.
I: N-não! *pega num panelão e dá-lo ao Phineas* Toma, podes fazer aí!
P: A tua mãe não se importa?
I: Claro que não! Porque é que achas que o tenho aqui?
P: Porque é a pior panela do mundo, que deixa a comida mal feita, mas que a tua mãe adora?
I: Também, mas não é esse o caso.
P: Ok. *vai para o canto do quarto, tira as calças e começa a largá-lo. Era tão duro e tanto que até fez "PUM!"*

Um tempo depois...

P: Pronto, já está.

Continuam a jogar, e o Phineas, farto de estar a dar meigurinhas à Isabella, levanta-se a diz, em alto e bom som:

P: Ouve lá Isabella: este jogo está a deixar-me doente! Eu já reparei que sempre que tiro uma carta, tenho sempre de te dar beijinhos ou abracinhos. Sabes que mais? Esquece isso! Eu estou farto das tuas merdices!
I: M-mas Phineas!
P: Não é mas, nem meio mas, eu já me passei dos carretes contigo!
F: Só para vocês ficarem a saber, eu ganhei no jogo, portanto, vou sair.
P: Não Ferb! Fica aqui que eu vou terminar isto num instante.
F: *revira os olhos* Está bem...
I: Mas Phineas, eu amo-te e tu nunca me deste uma oportunidade para poder demonstrá-lo!
P: Quem te impede?
I: Eu!
P: Então pronto!
I: É verdade Phineas, eu sinto coisas por ti! Pàra de ser mau para mim!
P: Paro de ser mau? No 3º ano, eu apaixonei-me à primeira vista por ti e tu, o que fazias? Não me ligavas nenhuma! No 4º, tentei ajudar-te nos exercícios que não entendias, mas tu nunca me agradeceste e até fugias de mim! No 6º, eu convidei-te para sair e caso não te lembres, eu dei-te uma carta de amor e um bouquet de rosas violetas, as tuas favoritas, mas tu rejeitaste-me, para ficares com aquele idiota do SWAG.
I: Eu só queria experimentar! As raparigas gostam de aventuras!
P: Ai é? Ser sodomizada, estar grávida, dar à luz um filho, criá-lo e educá-lo, pagar a conta da luz e da água, ter um emprego e lutar por ele não são coisas suficientemente aventureiras?
I: Mas não têm nada de bom...
P: De certeza? Ter um filho e educá-lo não é bom? Sentir que tens um bebé dentro do teu útero e que é a coisa mais importante para ti naquele momento não é bom? Preferes ficar sentada num banco com as tuas amigas, todas grávidas a falar sobre a gravidez, enquanto tu ficas no canto, calada que nem um caracol? Oh, esquece, tu nunca terás amigas! Vais morrer sozinha e ninguém irá ao teu enterro! Nem descobrirão que tu morreste! Alternativamente, podes ir para o pé do teu SWAGger, que te batia a insultava! Sabes que mais? Vai para o raio que te parta! Se me queres assim tanto, bebe o meu mijo *tira as calças e mija para a boca da Isabella* Vá bebe, bebe, sua porca desalmada! E sabes que ainda mais? Vou utilizar a casa-de-banho, para soltar o fantasma! Ele que te atormente para o resto da tua vida! E toma nota: esta é a última palavra que te dirigi, ouviste? *vai-se embora*.
F: Sabes Phineas, a última palavra que lhe dirigiste foi "ouviste" e não foi "esta".
P: Oh bolas... *volta para o quarto da Isabella e grita:* ESTA!!! *sai de novo*.

Mais tarde, quando os rapazes já tinham saído, a Isabella leva a panela onde o Phineas largou o canhão para a cozinha. Eis que a mãe chega a casa, vai à cozinha e começa a fazer o jantar. Quando abre a panela...

Mãe: ISABELLAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!
I: *corre até à cozinha* O que foi?
M: O que raio é isto?! *mostra-lhe a panela*.
I: Ah, foi aí onde o Phineas defecou. Ele não pôde ir à casa-de-banho por causa do fantasma.
M: Oh, pois é. *continua a fazer o jantar como se nada tivesse acontecido*.

E aqui termina o segundo capítulo da fan fic. Preparem-se para o próximo!

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Monstro do lago ness

Fan Fic- Fineas e Pherb

A pedido de várias famílias (na verdade foi só do membro de uma), vou começar a escrever uma nova fan fic para o blog. A da paixão praieira ficará em stand-by por enquanto. Esta nova fic terá apenas 3 capítulos, onde tudo o que eu tenho arquitectado em mente irá caber na perfeição:

 <--- Phineas e Ferb, respectivamente

<--- Candace

<--- Pai e Mãe, respectivamente


Tudo começa no quintal da casa do Phineas e do Ferb. Ambos estão a ter uma aventura bastante apimentada no relvado. A atmosfera local é rodeada de gemidos de prazer sexual, entre "oooh's" de admiração das pessoas que passavam. O Balijeet passou e acenou aos rapazes. Tudo nas calmas....

Phineas: Ai Ferb!
Ferb: Oh Phineas!
P: Ai Feeerb!!!
F: Oh Phineaaas!!!
P: AI FEEERB!
F: OH PHINEAAAAS!!!
P: Que gostoso mano!
F: O que raio andámos nós a fazer este tempo todo? E ainda bem que fui tirar as amígdalas.
P: Elas foram crescendo e entupiram a tua garganta. Quem me dera comê-las.
F: Quem me dera comer-te a ti!
P: Mais ainda? Oh, que safadona!

Entretanto aparece a Candace, do nada, como um fantasma.

C: PHINEAS! FERB! MAS O QUE É QUE VOCÊS ESTÃO A FAZER?
P: A caçar elefantes, não vês?
C: Vocês estão um em cima do outro! Parecem dois cães, quando as fêmeas estão com o cio!
F: Na verdade, isso não é bem assim...
C: *interrompe* Ferb, desde que foste tirar as amígdalas, ficaste muito chato com a tua intelectualidade. E eu vou dizer à mãe que vocês estão a fazer porcarias! OH MÃÃE!!!
P: Diz que estamos a praticar incesto.
C: *entra em casa e corre até à cozinha, onde a mãe estava* OH MÃÃE!!! O PHINEAS E O FERB ESTÃO A FAZER INCESTO NO QUINTAAAAAL!!!
M: Não estão a fazer nada de mal! Mas quando é que instalamos os cestos de basket?
C: Não é isso! O Phineas e o Ferb estão a comer-se um ao outro! E não, não é canibalismo! É sexo! É isso, eles estão a dar uma queca no quintal!
M: Andam a dar cuecas no quintal? Podiam aproveitar e dar os boxers do teu pai! Mandam um cheiro a bacalhau que não se pode.
C: Oh cabra, o Phineas e o Ferb estão a fazer sexo no quintal!
M: Ah, incesto! Porque é que não disseste logo?
C: EU DISSE, SUA #!&$#&
M: Não há problema. Eles nem são irmãos de sangue, podem praticar incesto sem problemas! Tal como acontece num anime chamado Kiss X Sis.
C: Mãe, tu vês desenhos animados orientais?
M: Diz-se "animes".
C: Mas isso é tão infantil!
M: Mas tu gostavas, quando eras pequena!
C: Fds, ó mãe, tu hoje andaste nas bolotas, não andaste?
M: Desde que o teu pai foi para Burkina Faso que eu não tenho actividade nenhuma.
C: Ó mãe, usa o teu corpo para outro! O que achas que o pai foi lá fazer? Foi lá a comer as Burkinesas! Vão as grandes, pequenas, boas, feias, freiras e protestantes, enfim, para aquele homem vai tudo à frente, é como se fosse um armazém de espermatozóides.
M: Afinal aquele cornudo anda a dar-se para as outras?
C: A dar às outras, neste caso.
M: Então é por isso que ele foi para o Japão no Verão, foi para ver as boazonas das japonesas todas de cuequinha e sutiã!
C: Ele até tirou uma selfie after-sex com a paxareca da Leah Dizon.
M: Eu já vou tratar disso mais tarde. Entretanto, começa a ver animes, como Gantz, Genocyber e Uragiri Wa Boku No Namae Wo Shitteru.
C: Só decorei o nome do último. Obrigada mãe, eu amo-te! Mas o pai não, ha ha.

Entretanto, o Phineas vê uma cabeleira preta a andar, por trás da cerca do quintal da casa. Ele reconhece-a como a da Isabella. Rapidamente, ele sai de cima do Ferb, mas não é para ficar por baixo desta vez. Até ficou bem ereto (kkkkkkk).

F: O que se passa?
P: É a Isabella! Se ela nos vê a fazer aquilo está tudo acabado!
F: Espera... tu tens uma relação com esse mirtilo mutante?
P: Não, mas eu sei que ela me ama e faz tudo para me tentar conquistar, até mesmo ajudar nas invenções! Se eu continuar a dar esperanças, temos um trabalhador e nem precisamos de lhe pagar!
F: Bem pensado! Olha, ela vem aí!
I: *entra no quintal e dirige-se aos irmãos* Olá! O que estão a fazer?
F: Incest... *disse ele, desatento*
I: O quê? Incesto?
P: Não, nada disso! Estamos a apanhar insectos!
I: Sem uma rede?
P: Não há problema! Nós temos os boxers do pai! Cheiram tão mal e são tão grandes que podem atrair muitas moscas!
I: E para que é que vocês querem moscas?
P: Para...hum...criar uma mosca mutante com sete cabeças.
I: E para que é que querem isso?
P: Hum...*sussurra:* fvck... OLHA, UM DISCO VOADOR! *aponta para o céu*.
I: *olha*.
P: *pega numa tábua de madeira e parte-a na cabeça da moça*.
I: *desmaia*.
P: Ela já não se vai lembrar disto quando acordar.
F: Ainda vamos criar a mosca mutante?
P: Não me parece necessário.
F: Mas é que fiquei mesmo interessado!
P: Oh, está bem. Ferb, já sei o que vamos fazer hoje!
F: Incesto no quintal?
P: Depois... vamos lá fazer a nossa mosca!
I: *acorda* Olá!
F: Já acordaste?
I: Cala-te vagina de sapato.
F: *dá um estalo à Isabella* Mas tu és parva ou fazes-te?
I: Morre de diarreia!
P: *separa os dois* Tenham calma! Vamos ler um bom livro e esquecer que tudo isto aconteceu!
F: Como? Esta gaja começa a chamar-me nomes do nada!
I: Queixinhas.
F: Mamas pequeninas.
I: Ora seu *agarra o pescoço do Ferb e aperta-o*.
P: Gente, essa parte não pertence à nossa série. Os amarelos começaram com isso primeiro. E que tal se fôssemos àquele café novo que abriu na esquina?
I: Vamos lá então, mas eu aposto que esse café não se abriu tanto na esquina como a mãe do Ferb.
P: Aham!
I: Oh, desculpa Phineas, não era para ti.
F: Vamos lá despachar-nos! O último a chegar ao café é uma Isabella podre. Ups, esquece, ela já o é *começa a correr enquanto ri*.
I: Ora seu *corre atrás dele*.
P: Isabella, olha o copyright!
I: O copyright que vá para os lábios de baixo da mãe do Ferb. Desculpa Phineas.
P: Sem problemas *sussurra* cabra...

Eis que chegaram a um café de chá chamado Genitaisdemais. Era afinal, um bar de strip com prostitutas já cotas, uma canção de jazz francesa a tocar como música de fundo e várias capas de filmes porno antigos agrupados, em fila indiana na parede do bar. Os jovens sentam-se, junto à parede.

F: Ora, vejam *aponta para uma das capas*, "Sexo À Chinesa"! Está ali uma nota que diz "dada a natureza das imagens do filme, estas não serão aqui mostradas", mas então e aquela imagem da capa?
I: Isso é só a capa, eles estão a referir-se a imagens das cenas do filme, sua besta quadrada enaltecida por um monte de bosta caído de um gajo que já tinha diarreia presa no rabo há 30 anos que até rebentou com as entranhas que explodiram e verteram muito sangue para cima de ti, tanto que serviu para regar um rebento de soja podre vinda da tua cabeça que também é muito podre, porque cheira e sulfureto de hidrogénio, aquele gás que sai dos ovos quando estão podres, pudera, é o que tu e a tua mãe comem HAHAH!!! Desculpa Phineas.
P: Tá *revira os olhos, irritado*.
F:


Entretanto, a Candace aparece, em frente ao computador. Tinha acabado de ver um montão de episódios de animes, o género que ela mais gostou foi shoujo-ai e hentai. Até rimam. Eis que ela começa a pesquisar sobre hentais com sangue, porque ela gosta de sadomasoquismo sexual. Então, ela encontra um resumo de "Night Shift Nurses", num blog chamado animesgorept.

C; Olha que interessante! Tenho de começar a ver este! Será que há outros animes deste género? Ai, eu gostava tanto de criar um como este *diz ela enquanto explora do site*. Wow, com tanto sangue, o criador do blog até me podia dar uma mãozinha quanto à minha futura criação! Ele tem um nome estranho... *clica no nome e é redireccionada à página do blogger* Interessante... ele gosta de pernas femininas, mamas, rabos e de brincar ao peixinho. Eu preciso de contactá-lo. Será que ele tem facebook? Hmm, não vejo aqui nada. Mas tem um canal no Youtube! O que terá lá? *clica*. Olha, "The Tavern of Extreme Sound", o que será isto? *clica*.

As janelas da casa rebentaram e sairam de lá muitas notas musicais distorcidas. A Candace caiu, mas subiu novamente para a cadeira e desligou o som. Eis que ela viu um link de Facebook na descrição. Ela clica, vê as informações e envia uma mensagem privada ao rapaz para marcar um encontro relacionado com negócios da criação de um anime, a partir das ideias dos dois.

Eis que o tal rapaz vê a mensagem e vai ao local combinado. Estava vestido com uma gabardine negra, óculos escuros e um chapéu castanho e estava a beber um café. Era identificável apenas como "M", que estava preensado na camisa. Então a Candace aparece e o rapaz faz sinal com o braço. A moça chegou até lá.

C: Bom dia, preciso da sua ajuda para...
M: *interrompe* eu só aceito conversas com pessoas se tiverem algo para me dar.
C: *silêncio*.
M: Tens algo para me dar?
C: Ideias para o projecto futuro contam?
M: Não.
C: Pronto, trouxe-te uma fralda. Eu sei que foste tio à pouco tempo e o teu sobrinho vai precisar dela, certo? *mete-a na mão do M*.
M: *pega na fralda, começa a mirá-la por todos os ângulos e atira-a à cara da Candace*.
C: O que foi isto?
M: Essa seria uma prenda para o meu sobrinho e não para mim.
C: Então, do que é que o senhor gosta?
M: Chegue cá, eu digo-lhe ao ouvido.
C: *chega-se*.
M: *sussura*.
C: Ah! Então o senhor gosta de uvas!
M: Uvas? Não idiota! Eu disse Ruivas!
C: AAAAA! Entendi. Então porque não disse isso logo?
M: Eu pago um imposto sempre que digo "Ruivas" para uma pessoa, pela primeira vez num dia em voz alta.
C: Ah bom. Então eu trago-lhe uma ruiva.
M: Ruiva.
C: Sim, foi o que eu disse!
M: Com letra maiúscula no início. Os nomes dos deuses têm letra maiúscula no início.
C: Ohh, obrigada!
M: Eu não estou a falar de si. Eu sei que a senhora nasceu careca e esses cabelos laranjas que têm na cabeça fazem parte de uma peruca *tira-lhe a peruca*.
C: *tapa a cabeça com as mãos* Hei! Dê-me isso!
M: Vá buscá-lo e traga uma Ruiva consigo *atira para a frente*.

Nisto, a Candace começa a correr, apanha a peruca e sai do bar.
Entretanto, fêz-se de noite e o pai chega a casa.

P: *abre a porta de casa e entra* Ah! Boa noite família!
Mãe: Porque não vais ter com as tuas outras famílias?
P: Outras? Oh querida, sabes muito bem que só tenho uma e amo-a muito.
M: Ai é? Então porque penetras as burkinas e as japonesas? Para ajudares na procriação?
P: O quê? Penetrar?
M: Sim sim, foi o que a Candace disse.
P: Oh, tu sabes muito bem que não deves acreditar em tudo o que ouves.
M: Até no que estás a dizer agora?
P: Não, isso é diferente! Tem lá calma!
M: Não não tenho nada calma.
P: Querida, eu amo-te muito! Eu nunca te iria substituir por nenhuma burkina ou japonesa, por mais gostosa que ela fosse! Eu amo-te não pelo teu exterior, mas sim pela tua beleza interior. Eu amar-te-ia fosses o que fosses.
M: Até mesmo se eu fosse outro homem?
P: Exactamente!
M: Sabes querido... é que eu sou parte homem...
P: *soluça* N-não há problemas... eu continuo a amar-te!
M: Mesmo que eu seja um homem completo, de verdade?
P: *soluça duas vezes* S-s-im...
M: Vá, prova-o!
P: Herm... bem... eu era capaz de comer aquela jarra por ti *aponta para uma jarra em cima de uma mesa*.
M: Força!
P: Eu não posso... fui tirar as amígdalas...elas cresceram muito desde que eu era pequeno e agora a minha garganta está muito fragilizada...
M: Então quero outra prova.
P: Hm... amo-te...?
M: Quero algo mais físico.
P: Amo-te *dá-lhe palmadinhas nas costas*.
M: Eu quero um beijo.
P: Tá bom.
M: Na boca.
P: Ok.. *dá e corre directamente para o WC. Aí, ele vomita para a sanita*.
M: Sentes-te mal?
P: Nada disso... isto é das amígdalas.
M: Se quiseres, eu posso limpar-te a garganta *lambe os lábios, com um ar sedutor*.
P: *foge e tropeça numa pedra, da habitação vizinha*.
Vizinho: Hei, o que se passa?
P: A minha mulher é um homem!
V: Ah isso. Não há problema, todas as mulheres são homens! E a minha tem um grande carapau, ahah.
P: *grita desesperadamente e foge*.

Muitas outras personagens aparecerão no próximo capítulo. A Madalena é gostosa.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Monstro do lago ness

Fan fic da paixão praieira parte 666


<--- Façam de conta que este é o Samuel
<--- E esta é a Érica.

 <--- Eu

 <--- João

Era dia 31 de Outubro, uma ocasião única em todo mundo. Há quem lhe chame de "dias das bruxas", "halloween", mas também pode ser alcunhado de "perfeito dia de aventuras para um casal", embora eu duvide bastante que alguém use este nomezão. A acção desenrola-se no café da Érica. Ele estava todo decorado com enfeites do perfeito dia de aventuras para um casal halloween. Tinha fitinhas pretas com morcegos pequenos, virados ao contrário, algumas teias de aranha e efeitos luminosos que mostravam bruxas e fantasmas no tecto.

E: *sentada numa mesa, dentro do edifício, em frente ao Samuel. Nota a cara de cabra negra satânica mal morta dele e pergunta-lhe* O que se passa, Samuel?
S: Eu não gosto muito deste dia.
E: Porquê?
S: Faz-me lembrar de fantasmas.E sabes que tive aquela experiência horrível quando era pequeno.
E: Oh, tens de ultrapassar isso, rapaz!
S: Não sei não.
Eu: Oi!
S: Boas!
E: Olá!
Eu: *sento-me em cima da mesa* Vocês são lindos.
S: Tá.
E: Oh Samuel, vá lá, tens de perder o teu medo de fantasmas!
Eu: O que se passa?
E: O Samuel não quer comemorar o halloween!
S: A sério Érica? Pareces uma criancinha.
Eu: Bom, eu posso ajudar.
E: Podes? *disse ela com um ar contente*
S: Podes? *disse ele com um ar aterrorizado*
Eu: Vocês só precisam de ir àquela casa atrás da casa atrás da casa atrás do bar da Érica.
S: O que tem lá?
Eu: Oxigénio, dióxido de carbono, azoto, árgon, entre outros.
S: Não era disso que eu estava a falar.
Eu: Sei. É só uma casa assombrada.
S: "só".
E: Parece-me interessante! Vamos lá, Samuel?
S: Claro que não!
E: Vem lá! Até podemos fazer uma traquinices lá dentro.
S: Que tipo de traquinices?
E: Coisas sexys *disse ela enquanto passou as mãos, suavamente, dos seios até às pernas*.
Eu: Aceita!
E: Sim sim!
S: Está bem, mas só lá vamos fazer essas traquinices e mais nada!
E: Yes! Eu sei que acabarias por ceder.
Eu: Eu também. Aliás, já estava programado!

Agora, ouçam esta canção enquanto lêem o que está em baixo:

Então, eu fui-me embora e os outros dois foram em direcção à casa assombrada. O Samuel estava cheio de medo, mas a Érica estava confiante. Um tempo depois, chegam ao seu destino. A casa tinha um aspecto miserável: estava toda porca por fora, com as janelas partidas, heras que subiam pelas paredes... até o próprio portão estava arrombado. Estava marcado, no cimo do portão, uma cruz invertida. Haviam várias cordas por baixo do telhado mais acima, Elas estavam colocadas em fila, todas juntas umas das outras. Eram cordas usadas pelos suicidas...
O casal entrou na casa. A Érica abriu a porta, que fez um ranger ensurdecedor quando foi movida.

E: *Olha em volta* Wow, isto aqui é fantástico!
S: *Desaperta o cinto da calças*
E: O que estás a fazer?
S: Não íamos fazer traquinices?
E: Não! Foi só um esquema para te atrair.
S: A sério? Vou-me embora.
E: Não vais deixar a tua namorada aqui, pois não?
S: Tu vens se quiseres.
E: Eu até podia ir... mas não chegaria viva a casa...
S. *vira-se, assustado* O que queres dizer com isso?
E: Eu vou morrer aqui... e tu também...
S: Érica, pára com isso! Sabes que não gosto dessas coi...*olha directamente para a cara da Érica. Ela tinha um sorriso horrível estampado na cara, E o pior... escorria-lhe sangue pelos olhos*
E: Eu morri num pesadelo com cadáveres... tornei-me num deles. Era um sonho premonitório, que indicou o meu destino...
S: *Permaneceu imóvel, totalmente constrangido com o que ouviu*.
E: Nunca voltarás a ver a luz... Nunca a escuridão mente...quando a tua hora chega, chega... A minha já chegou.... *fecha os olhos e cai. Ela estava totalmente pálida e dura, como um bloco de gelo... também estava muito fria.*
S: *Começa a gritar e vira-se para trás, para onde estava a porta. Desistiu, logo que viu a Érica, morta, enforcada, mesmo à sua frente. Ela ainda trazia aquele sorriso horrendo na cara.*

Nisto, o Samuel começa a correr desesperadamente pela casa, para encontrar uma saída. Viu várias manchas de sangue, negras como o carvão... pareciam ser apenas vários coágulos juntos. Inclusive viu um gato preto a beber o sangue. Samuel ficou aterrorizado. Ele não conseguia dizer nada, devido ao pânico. Desejou, com todas as forças que estivesse num sonho... até se beliscou no braço. Doeu. Muito, Quando olhou para o braço, um bocado de carne tinha sido arrancada... esse bocado estava na outra mão, com que se tinha beliscado. Ao ver o que tinha acontecido, tentou beliscar o seu pescoço, para ver se iria morrer... Ele fê-lo... morreu...
espirros de sangue por todo o lado
sangue negro...
o cadáver de Samuel era terrível... já estava em decomposição e verde, com vários fungos, como se tivesse morrido há meses...
Eis que, ele acorda atrás de umas grades... e ao seu lado... a Érica... num canto... sentada de joelhos.

S: *Aproxima-se da Érica* Hey, hey, Érica... estás a ouvir-me?
E: Samuel... socorro...
S: O que se passa?
E: Tenho muita comichão... muita
S: Onde?
E: Na cabeça... não é cá fora... é dentro... mas não chego lá...
S: Tem calma, isso já passa!
E: NÃO, NÃO PASSA! *Disse ela aos gritos, com uma verdadeira agonia na sua voz*. DÁ-ME ALGO!
S: O quê?? *disse ele,  muito trémulo*.
E: UM LÁPIS! UM LÁPIS, DÁ-ME UM LÁPIS!
S: Eu não tenho nenhum lápis!
E: DÁ-ME ALGO, ALGO, ALGOOO!!! *Disse ela enquanto batia com a cabeça no chão, com a tentativa de acalmar a comichão*.
S: Eu não sei o que fazer!!!
E: ENTÃO USO AS MINHAS PRÓPRIAS MÃOS!
S: O que vais fazer???
E: *Começa a coçar a cabeça com as suas unhas... coçou tanto que acabou por abrir a sua cabeça... tinha lá um buraco, onde escorria sangue e pedaços de cérebro. Ela tira um bocado e diz, calmamente* Foi isto....isto... foi isto o que me deu comichão... Agora vou acabar com tudo *deixa ficar o bocado na mão fecha-a com força. Esmagou-o e morreu na hora. Com a boca aberta, como se tivesse passado um bom tempo a rir... um riso psicótico.*
S: Eu... eu não quero viver assim! Eu quero morrer!
???: Que assim seja!
S: *Cai com a cabeça, fora do corpo.*

De repente...

E: Onde estou? *acorda num salão todo escuro com um poço enorme, mesmo no meio*.
S: Érica.
E: Samuel? Não te vejo?
S: Estou mesmo aqui, ao teu lado...
E: *olha para a esquerda e vê o Samuel*
S: Tenho sede. Vou beber água daquele poço.
E: Nem penses!
S: Sim penso. Não tem mal. Não vou morrer por causa disso!
E: Mas não deves beber dessa água! Nem sabes se é potável.
S: Claro que é *vê o balde, junto de uma roldana. Ele atira-o para baixo e depois puxa-o. De lá, vinha água laranja escura... ele bebeu-a, directamente do balde e caiu no chão.*
E: SAMUEL! *Vai rapidamente ter com ele* RESPONDE-ME!
S: A água, afinal era potável. *disse ele com os olhos fora das órbitas*.
E: `*Grita*.
S: *A sua pele começa a ficar vermelha e um líquido começa a escorrer por baixo do seu corpo... era o seu sangue a sair do corpo. Até os seus olhos, fora do sítio, estavam com a cor mudada... completamente negros... como o sangue do cadáver da Érica... ela suicidou-se ao espetar uma tábua de madeira com um prego na cabeça... No mesmo local onde se tinha coçado...

Entretanto, tudo fica escuro... tão negro como o negro mais escuro do mundo, infinitas vezes...
Apareceu a Érica... ela estava deitada no chão... Ela acordou e olhou para a sua volta. Viu mesas, com várias gavetas, armários, um fogão e algumas frigideiras penduradas num rhufhue próprio. Eis que vê o Samuel à sua frente... Ele estava, virado de costas para a Érica, na banca, com uma faca e uma base por baixo. Parecia estar a cortar qualquer coisa. Eis que ele diz, sem se voltar para trás...

S: Então, Érica, já acordaste?
E: Onde é que estamos?
S: Estamos em nossa casa.
E: Na nossa casa?
S: Sim. Já estamos casados. É normal que não te lembres, porque sofreste um acidente grave e ficaste em coma durante muito tempo...
E: A sério??? O que tu estás a fazer?
S: Estou a preparar o jantar... Vai ser carne.
E: Mas Samuel, tu sabes que sou vegetariana!
S: Esta não é uma carne normal... *vira-se para a Érica com a base na mão e diz* Esta é a MINHA carne!

Em cima da base, estavam os dedos do Samuel, todos cortados com aquela faca que ele estava a usar antes. Pareciam bocados de cenoura... e o sangue ainda escorria forte e feio, como se não tivesse fim.

E: *dá um grito de horror e cai. Ela não consegue andar... até que olha para baixo e vê que as suas pernas tinham sido amputadas.*
S: Ah, as tuas pernas... Sim, elas estão ali *aponta para o fogão. Lá dentro estavam as perna da Érica, totalmente tostadas. Até pareciam estar a derreter* Tudo isto para o nosso jantarzinho! *diz ele com um sorriso horrendo*.
E: E...eu não vou comer isso!
S: Ai vais sim... diz-me uma coisa Érica... se tu morresse, tu chorarias?
E: S..Sim!
S: Isso deve-se pelo facto de me amares, certo?
E: *disse com alguma dificuldade* sim..sim é isso...
S: Então, como é que podes afirmar que me amas, se não consegues comer a minha carne?
E: Pára com isso! É doentio!
S: Não te preocupes! Eu também vou comê-la *pousa a base numa mesa, pega num bocado de dedo cortado e mete-o à boca*.
E: *vomita*
S: Agora é a tua vez!
E: N-não!
S: *pega num outro bocado e mete-o à força na boca da Érica, enquanto ela se movimentava bruscamente*
E: *cospe*
S: Se não vais a bem, vais a mal!
E: Não, deixa-me seu monstro!
S: Seu monstro? *encosta a sua mão ao pescoço da Érica e começa a apertar com muita força. Nisto, ela começa a babar-se* Eu fiz este jantar para ti e é assim que me agradeces? Tu é que és o monstro aqui! E eu vou acabar com a tua raça *aperta com mais força*.

A Érica estava a perder a visão, devido à falta de ar, escorria-lhe sangue pela boca e estava com os lábios roxos. Eis que ela começa a ficar mais mole e cai. Morreu. Tinha sido assassinada pelo próprio marido. O Samuel ria, maleficamente, virado para o céu... É então que ele pega na faca que usou para cortar os dedos e tira os seus olhos, um a um. De seguida, espetou na própria cabeça. Morreu instantâneamente... No entanto, ele cai no chão e a faca é empurrada mais para dentro da sua cabeça. que a abre... Começa a jorrar sangue, muito sangue da fenda, junto com os bocados de cérebro, que acompanham o fluído vermelho até ao chão... O mais macabro, é que ele tinha morrido, a rir... um riso maldito....

De repente, Samuel e Érica acordam no hall de entrada da casa. Levantaram-se e correram em direcção à porta, sem dizer uma única palavra. A porta estava a afastar-se e, do nada, começam a cair homens mortos enforcados. Alguns até estavam decapitados. Então, inesperadamente, ambos caiem num buraco, cercado pelos cadáveres. Entraram num quarto arrepiante, com vários espelhos, de diversas formas e tamanhos. Cada vez que passavam por um, viam os seus reflexos. todos num estado físico lamentável, cheios de cortes e muito sangue.
Eis que a corrida terminou, num beco com dois espelhos. Cada um deles tinha um nome escrito em cima. Os nomes eram... ÉRICA MATOS e SAMUEL REIS... os nomes das personagens... Ambos ilustravam uma figura esborrachada, coberta com órgãos e sangue. Eram, na verdade, os cadáveres de Érica e Samuel. Tinham morrido juntos num acidente de carro. A data não foi especificada, assim como a causa concreta do acidente, como se quisesse fazer com que os protagonistas não se pudessem salvar... Repentinamente, surge uma voz...

???: Vocês não irão morrer assim. Mas sim de outra maneira. A causa SOU EU! *atira duas facas que acertam na cabeça de cada um, num único tiro certeiro*.

Então, a Érica e o Samuel voltam a aparecer no hall de entrada da casa, mas desta vez, só choravam, muito alto. Mas, sem ninguém estar à espera, aparece uma figura ocultada pelas sombras locais...

???: Olá amigos! Gostaram da vossa aventura?
S: *diz ele a gritar e a chorar* TIRA-NOS DAQUI, JÁ!
???: Tenham calma, sou só EU.
E: O que é que fizeste?
Eu: Fiz-vos passar por uma peripécia inesquecível. O que acharam?
S: Foi horrível! O que nos fizeste foi desumano.
Eu: Foi, não foi?
E: Como é que trataste disto tudo? Pareceu ser real demais para serem apenas efeitos especiais... Eu senti-me morta várias vezes incluíndo o sangue que me saía pelo corpo... foi horrível!
Eu: Oh, isso foi fácil. Fui ao Real-Wishes.com e wa lá! Tudo feito! Também com a ajuda do meu amigo, João Paulo Sousa!
J: Oi pessoal!
Eu: Ha ha, este tipo é uma moca. É a única pessoa que conheço que prefere morenas a loiras.
J: Na verdade, o que eu gosto mais, acima de tudo, é de ruivas!
Eu: Eu também adoro ruivas!
S: Deixa-me ver se entendi... Tu pediste ajuda a um site que supostamente concede desejos para nos pregares esta partida?
Eu: Exactamente. Nesse site podes pedir os desejos que quiseres, mas tem calma! Coisas impossíveis não são permitidas.
E: Que tipo de coisas impossíveis?
Eu: Pedir um forte feito de penas, que o meu pai não ressone ou que seja criado um editor de vídeo que não faça surgir uma marca de água horrenda, caso a versão de teste seja usada, em vez daquela que implica pagamento.
E: Entendo.
Eu: *viro-me para o Samuel e pergunto* Então, Sam, ainda tens medo de fantasmas?
S: Oh, claro que não, deixei-me disso. Agora tenho medo de casas assombradas!
Todos: HAHAHAHA!!!
Eu: Bom, agora, que tal sairmos todos, antes que um espírito vingativo nos ataque?
Todos: Sim sim, vamos!

Então, tudo acabou bem. Eu, o João, a Érica e o Samuel fomos a um restaurante próximo da casa que também de julga estar assombrado. Adivinhem: era um restaurante de ramen! LOLOLOL

THE END...?