sábado, 6 de setembro de 2014

Monstro do lago ness

Fan fic da paixão praieira parte 4

<--- Façam de conta que este é o Samuel
 <--- E esta é a Érica.

<--- Eu

 <--- Gaybriel

Após uma grande noite para o recém-casal, surgiu um dia (a sério?), que aparentava ser mais calmo que o anterior. Tudo começa no bar onde a Érica trabalha. O Samuel apareceu lá, na parte de fora, com uns óculos-de-sol e um chapéu de cowboy e a ler uma revista, como se nada fosse. No entanto, o disfarce não serviu de nada, pois a Érica reconheceu-o logo. Ela caminhou até à mesa onde ele estava e começou a falar:

E: Bom dia senhor, o que deseja?
S: Uma sandes de elefante, se faz favor.
E: Desculpe, mas não temos pão.
S: Oh, não faz mal. Posso pedi-la a si?
E: Of course *disse ela com um sotaque britânico, enquanto se sentava na cadeira à frente do Samuel*.
S: *Tira os seus óculos e diz* Então, Érica, tudo bem?
E: Sim sim. É o "tal", que queres?
S: Sim, pode ser.

A Érica levanta-se da cadeira, ausenta-se durante um tempo e depois volta. Ela trazia consigo um cappuchino, junto com uma garrafa de água. Depois volta a sentar-se. Naquela tarde, não havia muito movimento, o bar estava quase deserto.

E: Pronto, aqui está. Fica na conta da casa, ah ah.
S: Muito obrigado. Já é mais um lugar para a lista.
E: Que lista?
S: A lista de locais onde como de borla. Em minha casa, num restaurante qualquer e no bar da minha namorada.
E: Mas antes de comeres de borla no restaurante, alguém terá que pagar *disse ela, terminando com um risinho baixo. Depois, ela diz:* Já agora..."da minha namorada"?
S: Hum? Não te lembras?
E: Do quê?
S: *Ficou assustado e pensou no que ia dizer... eis que começou* É que ontem nós estávamos meio bêbados e beijámo-nos nos lábios...
E: A sério? Beijámo-nos?
S: Sim, Érica, é verdade!!!
E: *Começou a rir e disse* Eu sei! Eu queria apenas a ver qual era a tua reação.
S: Sua sacaninha!
E: Ah ah. Bom, eu precisava da tua ajuda.
S: Para quê?
E: É que daqui a dois dias vou-me reunir com umas amigas minhas para tocarmos num concurso local.
S: A sério? O que vais tocar, já decidiste?
E: Eu toco qualquer coisa. Tens algum instrumento em casa, que me possa ser útil?
S: Tenho um baixo, mas não pretendo ser nenhum músico, uso-o apenas para o meter entre as nalgas "brincar".
E: Ok, então depois podes trazer-mo?
S: Tudo bem. Mas então e o resto do pessoal? Dois dias é pouco tempo.
E: Não te preocupes, vai tudo correr bem, porque já temos experiência nesse assunto há já algum tempo.
S: Ainda bem. Imagino, deves ficar mesmo sexy a tocar.
E: *risos altos* Pois devo, ah ah.

Dois dias depois, lá para as 21 horas, começaram os concertos. Alguns tocavam bem, outros pareciam guaxinins num balde de lixo... havia de tudo. Entretanto, chegou a hora do grupo da Érica começar a tocar. A banda dela tinha músicas um bocado assustadoras e psicóticas e algumas pessoas presentes até ficaram na dúvida, se deviam continuar no local ou se deviam ir-se embora. O Samuel não era o maior fã do género, mas gostou de ver a Érica no palco, a dar que falar.
Eis que um rapaz se aproxima de Samuel e diz-lhe:

?: Oi!
S: *não reconheceu a voz e virou a cabeça para os dois lados até que viu um moço e acenou-lhe e disse um "Boas"*.
?: Como te chamas?
S: Samuel.
?: Eu sou o Gabriel.

Samuel sentia-se um bocado incomodado com a presença de Gabriel, embora não entendesse o porquê disso. Porém, continuaram a falar, até que Gabriel interviu:

G: Então, namoras?
S: Eh.. sim sim, com aquela rapariga de cabelos negros com o baixo, ali no palco *aponta para a Érica com o dedo indicador*.
G: *fez uma cara de mau discreta e disse* Vocês costumam encontrar-se por aí?
S: Sim sim, num bar onde ela trabalha como empregada de mesa.
G: *considerou em perguntar qual era o bar, mas pensou que iria acabar com a sua discrição e terminou com um:* Ok, então.

Eis que o concerto da banda da Érica acabou e todas as integrantes sairam para perto da entrada ao local e despediram-se. Depois, a Érica dirigiu-se ao Samuel, com um grande sorriso na cara.

S: Boas, Érica, estiveste muito bem!
E: 'Brigada! Dei o meu melhor!
S: *vira-se para o Gabriel e diz à Érica: Este é o Gabriel.
E: Olá *acena-lhe com a mão direita e faz um sorriso*.
G: Oi *limita-se a fazer o mesmo que a moça*.

Depois, Érica insistiu para que o Samuel fosse dar uma volta com ela, à rua, afirmando que "com a noite que está, seria um desperdício não a aproveitar com um passeio romântico". Então, eles saíram e despediram-se do Gabriel. Quando lhe viraram as costas, Gabriel lançou um olhar "stalk" para o Samuel.
Durante o passeio, fizeram coisas que um casal faz. Não vou enumerá-las porque não sei mesmo o que um casal faz, porque ainda sou solteiro. Caso vocês saibam o que um casal faz, cliquem aqui para darem uma resposta directa à fan fic.
No dia seguinte, Samuel dirige-se novamente ao bar onde a Érica trabalha e encontra, inesperadamente, o Gabriel à entrada do bar. Ele não desconfia nem nada, simplesmente pensou que fosse uma coincidência. No entanto, o Gabriel não apareceu no bar ocasionalmente. Já era obra do intestino destino.

S: *dirige-se a Gabriel e diz* Oi!
G: Olá. Samuel, tenho uma coisa para te dar.
S: O quê? *olha para baixo e repara num saco branco que ele trazia na mão esquerda*.
G: *Levanta o saco que o Samuel estava a olhar e tira de lá rosas. Rosas vermelhas* Toma.
S: *Fica do tipo "wtf?"* Para mim?
G: Sim sim. Vim aqui para te dar isto. Agora adeus...
S: X-xau...? *olha outra vez para as flores, para conferir se não viu mal.. mas não, eram mesmo rosas. Eis que ele se dirige até à Érica.*
E: Olá Samuel!
S: Oi...
E: Porque tens aí rosas?
S: Oh.. deram-mas.
E: Deram-tas?
S: Sim.
E: *faz um olhar desconfiado* Tu andas a trair-me?
S: *começa a rir* Eu? A trair-te? Olha para mim, sou um branquelas magriçelas loirinho com uma fita no cabelo! Que outra pessoa iria gostar de mim para além de ti, Érica? E em tão pouco tempo? Se quiseres podes revistar-me, confere, se eu cheiro a perfume feminino, ou se tenho algum contacto novo no telemóvel *tira o telemóvel do bolso e dá à Érica.* Ou até podes perguntar às pessoas, se foi ou não um gajo que me deu as flores.
E: *olha para o telemóvel, mas sem tocar nele, sempre com as mãos nas ancas, e diz* Bom, tu estás muito confiante, portanto acredito em ti. Quando os homens querem esconder algo das mulheres arranjam sempre argumentos estúpidos e nunca põem o mais óbvio à prova da parceira.
S: Então, acreditas em mim?
E: Sim. *sorri lentamente*.
S: Ainda bem.
E: *vira-se de costas, mas, repentinamente, gira outra vez para Samuel e pergunta-lhe* Tu, por acaso...
S: *interrompe* Não.
E: Seu mentiroso!!! Tem cheiro!
S: *agacha-se e abraça as pernas da Érica, encosta a cabeça nos joelhos dela e diz:* Érica, eu juro, eu nunca faria isso! Eu amo-te muito!!!
E: Hã? Não é isso! Não me deixaste acabar a frase! Eu queria perguntar-te se tinhas uma chiclete a mais.
S: Ahh! *ele estava a mascar uma chiclete" Tenho, tenho, mas são só de morango,
E: Eu gosto dessas, pode ser.
S: *levanta-se e tira do bolso uma caixa de pastilhas elásticas, tira uma e dá à Érica.*
E: Obrigada *mete a chiclete na boca e pergunta:* No que é que pensaste que eu te estava a dizer?
S: Pensei que tivesses voltado àquela ideia da traição ou que te tivesses lembrado daquilo do moço que me deu as rosas.
E: Ah, ok. *vira-se novamente de costas para o Samuel e começa a andar. Rapidamente, volta a girar*
S: Não *disse ele antes de uma possível pergunta da Érica que o Samuel já estava a pensar em receber*
E: Nâo foi um homem que te deu as rosas?
S: Ah, foi sim.
E: Por acaso és...sabes...homo?
S: Se eu fosse homo, não te faria isto *levanta a mão esquerda e toca num seio da Érica*. Gostas?
E: Sim, por acaso, até é bom. Mas, quem é que te deu as rosas?
S: Foi o Gabriel, aquele moço de ontem.
E: Mas tu já o conhecias?
S: Não, foi mesmo ontem que o conheci.
E: Bom, se calhar ele gosta de ti, já pensaste nisso?
S: Wut? A sério?
E: Sim. O que vais fazer?
S: Não faço ideia, se calhar vou precisar da tua ajuda.
E: Ok. Mas, antes disso...Samuel... tira a mão da minha xuxa.
S: Ah, tá, distraí-me. É que sabe tão bem.
E: Deve ser mesmo, agora vem comigo, lá para dentro, para combinarmos qualquer coisa.

Eles entram no bar e sentam-se junto um do outro, para planearem, em conjunto, uma maneira de fazer com que o Gabriel desista do Samuel. As ideias de ambos estavam a misturar-se e a causar conflitos, mas, acabaram por chegar a um consenso, muito simples, na verdade.
Tudo começou no dia seguinte... Samuel voltou a aparecer no bar da Érica e encontrou lá o Gabriel (ele já estava à espera disso). Então, antes atravessar a estrada para entrar no bar, Samuel deu um toque à Érica para ela sair, mas, pelo outro lado do edifício, que daria acesso a um caminho que dava até ao outro lado da estrada, onde o Samuel estava. Então, ela disse a uma colega sua, à Jessica, que se iria ausentar durante um bocadinho. Ela lá foi, saiu, andou, correu, respirou, olhou, ouviu, bateu (o coração), transpirou, conspirou, voltou a andar e coiso. Chegou até ao Samuel. Já estava planeado o seguinte:
A Érica começar a correr rapidamente até ao Samuel para este a abraçar e para depois se beijarem, à frente do Gabriel. Mas imaginem se o Samuel encontrasse uma moeda no chão, se dobrasse e a Érica caísse em cima dele? Seria hilário. Mas não, correu tudo como planeado. Só que o Samuel não evitou em passar um lenço pela boca após ter beijado a Érica, porque ela estava toda suada.
O Gabriel viu, do outro lado e passou pela rua e foi ter com os outros dois.

G: Desculpem por vos estar a incomodar, mas...
S: Gabriel, eu não gosto de ti por amor, apenas como amigo! Eu sou hetero e já namoro com a Érica e amo-a muito! Isso é algo que eu nunca irei mudar, haja o que hajar!!!
Eu: lol para esta última frase depois da vírgula.
G: Hãã? O que é que estás para aí a dizer? Eu não sou homo!
S: Então para que eram as flores?
G: As flores eram para o teu irmão...
E: *murmura para o Samuel* Ainda diz que não é homo...
G: ...A PEDIDO da minha irmã.
E: Ups.
G: Sim. A minha irmã gosta do teu irmão. Ela já o viu muitas vezes mas nunca teve coragem para falar com ele, por isso, mandou-me dar-te flores, para tu dares ao teu irmão, porque eu sei que ele não iria aceitar de um estranho, mas de ti, talvez pudesse.
S: Mas iria dar tudo ao mesmo, não?
G: Não! Ele não aceitaria se EU lhe desse as rosas a pedido da minha irmã. Idem aspas se fosse ela a fazê-lo, porque eu sei que ele teve aquele problema de relacionamento. Mas, como tu és o irmão, ele poderia considerar em aceitar as flores! Não leste o cartão?
S: Que cartão?
G: Já tenho a resposta.
E: Eu guardei as flores no bar. Eu posso lá ir buscá-las.
G: Sim, faz isso, se faz favor.
E: Tudo bem *segue em direcção ao bar. Pouco tempo depois ela volta e diz o que está no cartão, que estava amarrado com um cordel a uma das flores:* De: Miriam, Para: José.
S: Como no natal!
G: Exactamente para os dois. Pronto, é isso. Só precisas de dar as flores ao teu irmão e se tiveres dúvidas, falas comigo, eu vivo no rés-do-chão daquele prédio junto ao bar *aponta com o dedo*.
S: Está bem então.
G: Então, vou-me, adeus pessoal!
S/E: Tchau!
E: Bom, ao que parece, isto foi tudo um mal entendido.
S: E de que maneira.
Eu: Sexo.

Aqui está a minha canção gay favorita:
Monstro do lago ness

A Mia venceu

Nesta última sondagem, a Mia Coldheart foi a cantora mais votada, com um total de três votos. A Klara teve apenas um voto e a Lita teve zero. No entanto, no outro blog ela foi a vencedora.


Uma canção para celebrar:
Monstro do lago ness

As forças do sobrenatural

Aparentemente, um espírito vingativo invadiu uma loja. Eu até acho que deve ter sido aquela moça da mochila branca que fez algum feitiço para que a estante caísse. Reparem na reacção dela após a queda da estante! É como se não tivesse acontecido nada. Dis is sinister.
Monstro do lago ness

Animal mistério nº84

 photo zyasasa_zps49d28d47.png
Monstro do lago ness

Animal mistério nº 83- Mata-mata

GO TO SLEEP!!!

Neste último passatempo, não houve nenhum participante que tivesse acertado no animal mistério, porque o meu desenho era, segundo relatos, incompreensível. O próximo correrá melhor!

Bom, a mata-mata é um bicho estranho que vive na América do Sul, É uma espécie de tartaruga que possui um um nariz fino e virado para a frente, que se parece muito com um aspirador, daqueles de mão, que eram usados nos anos 70. Possui também uma carapaça que mais se parece com uma cordilheira vulcânica. A sua pele é muito rija e também está cheia de protuberâncias e filamentos estranhos. Imaginem o horror que uma pessoa deve sentir ao pisar uma mata-mata.
A história do nome deste réptil remonta à década de 40, do século XVIII, quando dois homens pertencentes a uma tribo amazónica conhecida como Mati, andavam a passear pela floresta, a falar sobre sexo, areia e o alinhamento dos planetas. Um deles decidiu parar para beber água do rio Amazonas e foi então que descobriu um bicho estranho, a mata-mata na linguagem actual. O nome que lhe foi dado naquele momento foi "OBRA DO CAPETAAAA!!!!". O outro escondeu-se atrás de uma árvore, enquanto o seu companheiro estava a observar o animal recém-descoberto. Ele viu a tartaruga a esconder-se debaixo de água. Eis que um peixe passou e foi rapidamente abocanhado pela criatura, enquanto tentava escapar do seu terrível destino, ao sacudir-se por todos os lados. A tartaruga acabou por aniquilá-lo sem qualquer piedade. O homem deu um grande berro e começou a correr em círculos, com os braços a abanar no ar. O tipo que estava escondido atrás da árvore perguntou:

"Mata?"

Eis que o outro respondeu:

"Mata, mata!".

E foi daí que surgiu o nome do bicho.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Monstro do lago ness

Fan fic da paixão praieira parte 3

Dis is da new continuacion:
<--- Façam de conta que este é o Samuel

 <--- E esta é a Érica.

<--- Eu

<--- Raquel

 <-- Taio


Cenas do episódio anterior:

Moça: Olá! *moveu-se para o lado, sem nunca se levantar e colocou sua a mão aberta na rocha, como se estivesse a pedir para que eu me sentasse.*
Samuel: Olá... t..tudo be..bem? *disse eu, ainda de pé, na areia*
Moça: Sim. Vá lá, senta-te!
Samuel: Es..está bem *sentei-me, com alguma insegurança*
Moça: Como te chamas?
Samuel: <- E tu?
Moça: Sou a Érica.

-------------------------------------

E: Não achas aquilo fantástico? Uma pessoa e um animal a divertirem-se juntos... é esplendoroso.
S: Gostas de animais, Érica?
E: Sim, muito. Já desde pequenina. E eu adoro homens que são amigos dos animais.
S: Ah, são os que fazem o teu estilo?
E: Sim.

------------------------------------

S: Olha Érica...
E: Sim?
S: Eu queria que... *naquele momento eu estava bastante desconfortável*
E: Fala moço! Estás muito tenso, desembucha * disse ela, com um sorriso brilhante no rosto*.
S: Érica, eu queria saber se... tu querias sair comigo amanhã?
E: Bom, não sei se dá, porque eu já.........

*Música de abertura*:

Naquele momento, Samuel ficou com o coração a pular, como se tivesse visto um fantasma japonês. As palavras da Érica pareciam não ter continuação naquela altura e Samuel já esperava receber uma notícia má.....

E: ....tenho um compromisso amanhã....
S: Hmmm... deixa-me adivinhar, um encontro com o namorado? *disse ele para ver a reação da moça*.

E: Namorado? *começou a rir* Não Samuel, eu não namoro! É outro compromisso!
S: Wow...ok *suspirou de alívio*. Então, o que se passa?
E: É que eu tenho uma consulta amanhã, na parte da parte.
S: Se quisermos podemos adiar para a noite.
E: É, até dava. Gosto da tua ideia, até podemos ir à discoteca e tudo!
S: Sim sim, mas onde é que nos encontramos?
E: Aqui mesmo! Então, espero por ti aqui, amanhã às 22:00, pode ser?
S: Ok então.

Entretanto, eles trocaram contactos e tudo mais...
E vocês ainda estão a pensar na frase "Samuel já esperava receber uma notícia má"? Pensam que não
é uma notícia má? Então imaginem, se um terrorista aparece ali por perto e deixa uma bomba na clínica? Isso é muito perigoso! Aliás, tudo é perigosos, nessas e noutras condições. Todo o cuidado é pouco! Bem diz o ditado, "o seguro morreu de velho morreu foi de tédio".
Bom, muitas horas depois, Samuel e Érica encontraram-se no local prometido. Eis que começaram o diálogo de xaxa do "oi, como estás" e wtv. Mas, pouco tempo depois, começaram a andar, em direção à discoteca e Érica diz a Samuel:

E: Consegues ouvir este som?
S: Sim, se daqui já dá para ouvir bem, imagina lá dentro.
E: Pois. Se fosse outro estilo de música não me importava.
S: De que estilos gostas?
E: Gosto dos mais extremos mesmo.
S: Que tipo de "extremos"?
E: Black metal, Death Metal e metal gótico.
S: *morde os lábios. Acontece que o Samuel não é grande fã de música metálica, nem mesmo de alguns dos mais calmos, então os mais violentos, de certeza que ele não iria gostar nem um bocadinho.*
E: Que se passa?
S: É que eu não ligo muito a esses estilos.
E: Antes eu também não ligava muito, mas comecei a ouvir mais bandas e agora sou uma grande fá. Devias experimentar.
S: Isso são coisas para o meu irmão, ele é que gosta de música desse género. Eu gosto mais de Rock, Soul e Punk.
E: Bem, tu é que sabes!
S: Sim, sim...

Naquele momento, Samuel sentiu-se desconfortável. Não conseguia meter na cabeça que a rapariga que amava gostava de géneros musicais totalmente intocáveis para ele. Eis que entram na discoteca, um local iluminado por várias mini lanternas que emitiam luzes em direção a uma bola de espelhos, que fazia feitios luminosos engraçados em tudo à sua volta. Não havia nenhum único espaço da discoteca com escuridão, nem mesmo os cantos extremos.
Então, Érica e Samuel sentaram-se numas cadeiras altas de um único suporte, à frente de um balcão, onde se vendiam as mais diversificadas bebidas. Enquanto Érica pediu um shot de gelatina, Samuel contentou-se com uma coca-cola.

S: O que é isso, Érica?
E: É um shot de gelatina! *apresenta a Samuel um copo de plástico com um liquido azul lá dentro.*
Queres provar?

Tinha um aspecto apetitoso, mas Samuel sabia que era uma bebida alcoólica e dispensou o pedido.

S: Não, não estou para aí virado.
E: Tu é que sabes.
S: Costumas beber coisas assim?
E: Na verdade, é a primeira vez que bebo um shot. Uma bebida alcoólica, para ser mais precisa. Mas eu não sou de vícios, portanto, penso que não irei ficar dependente disto.
S: Mas é assim que eles começam.
E: Acredita em mim rapaz!
S: Ok... *Samuel pensou: músicas barulhentas, bebidas alcoólicas... a sua visão da rapariga de sonhos estava a desvanecer-se aos poucos. De certeza que Samuel fez a escolha certa? Eis que ele olha para trás e vê:





Não, não foi isto o que ele viu. O que ele viu foi uma rapariga, também de cabelos negros, pele branca e olhos verdes, assim como a Érica. Só que o cabelo dessa rapariga era mais curto que o da Érica e tinha várias tatuagens pelo corpo. Eis que algo lhe toca no ombro...*

S: Han,... sim?
E: Olha Samuel, eu vou dançar para junto daquelas raparigas, está bem?
S: Sim, tudo bem então.
E: *Pegou nas suas coisas e foi para o grupo das moças*.

Samuel finalmente estava livre de Érica para poder ir conversar com a outra rapariga que viu, junto ao balcão... Então, ele lá foi. Dirigiu-se a ela, sentou-se no banco ao lado e pede (novamente, mas não "novamente", vocês já verão porquê) um shot de gelatina, tal como o que a Érica tinha pedido. A cor era a mesma e tudo. Ele não tinha intenção de beber o que tinha pedido, foi apenas para parecer phoda/cool/óssome/SWAGger (este apenas para os parvos que estão a ler isto)/gr8/n1ce/tah boss à frente da moça. Eis que ele começa a conversa:

S: Então lindeza, como é que andas?
?: Eu ando com as duas pernas, ah ah.
S: E são bem sensuais, por noção.
?. Tu és um engatatão, não és?
S: Apenas quando estou perto de algum estimulador para tal.
?: Muito bem. Eu sou a Raquel!
S: Sou o Samuel.
R: Gosto do teu estilo. Deves ser um fã de rock, né?
S: Rock, Soul e Punk, os três grandes, na minha opinião.
R: Ah, boa, também sou fã do Punk, como podes ver, pelo meu estilo.
S: Sim. *Samuel pensa: começo a gostar desta gaja. ela gosta dos mesmos estilos musicais que eu e aparentemente, não bebe álcool (ele notou isso, quando a viu com uma garrafa de água na mão)*.
R: É a primeira vez que apareces numa discoteca?
S: Nesta sim.
R: Então, como é que chegaste cá?
S: Well, convidei uma rapariga para sair e pronto, cá estou eu.
R: És muito rápido, hein?
S: Sou sou.
R: E onde está essa tua amiga?
S: Está ali *aponta para o local com o polegar da mão esquerda*, junto com umas raparigas que acabou de conhecer. Eu antes gostava dela, mas vi que não faz mesmo o meu género.
R: Porque é que dizes isso?
S: Bom, nem temos os mesmos gostos musicais, ela é fã de Metal Extremo e barulheira, aparentemente e eu não gosto muito disso. Além do mais ela está completamente bêbada, por causa das bebidas que ingeriu...
R: E agora, deixaste de gostar dela por causa disso?
S: Oh, tu farias o mesmo.
R: *dá um estalo ao Samuel, que pouco ecoou na discoteca, devido ao alto som da música*.
S: *abana a cabeça e pergunta, irritado* Estás parva ou quê?
R: Eu estou no meu estado normal. Isso pergunto-te eu.
S: Com que propósito?
R: Se tu gostasses realmente dela não te importarias com isso. Se ela bebe álcool e gosta de barulheira, isso é assunto dela. Ela já bebe há muito tempo?
S: Na verdade começou hoje.
R: Ainda por cima. Deixa-a fazer o que quer, aproveitar a sua vida, afinal é a sua primeira vez no mundo das bebidas alcoólicas! Como eu costumo dizer, aproveita a vida, só vives uma vez.
?: Na realidade, os humanos não sabem se já viveram no corpo de outros seres. É a isso que se chama de "vida passada". Há quem diga que os humanos podem ter reencarnado a partir de um animal!
R: *vira-se para Samuel e murmura baixinho:* Este deve ter reencarnado de uma gralha.
S: *abana positivamente a cabeça*.
?: Ou seja, ninguém sabe de onde é que os humanos realmente vieram. Há quem acredite na evolução..

Eis que aparece um tipo aleatório que diz: "POKÉMON!" e sai de seguida.

?: ...mas a reencarnação existe! A dupla personalidade nas pessoas é, na verdade, efeito da intrusão da alma de um humano num corpo já domado por um espírito, que possivelmente, veio de outra pessoa. Almas no Céu não faltam, e servem para todos os bebés acabados de nascer ou para possuir uma pessoa, para fins benéficos ou maléficos.
R: E tu quem és, querido?
?. Eu sou o Taio.
S: Taio?
T: Evidentemente que sim, bacano.
S: Bacano?
T: Ya men, camarada, malta, niggaz, percebes?
S: Não muito.
R: Adiante: Samuel, vai ter com a tua moça, engata-a enquanto ela ainda está bêbada e sê feliz com ela. *olha para a Érica* É uma rapariga linda, aproveita. Como eu já disse, tu só vives uma vez!
S: Está bem. *levanta-se* Então vou-me. Obrigado por me fazeres recuperar a confiança na Érica com tantas poucas palavras.
R: Na boa. Vá força!
S: *Sai e faz um thumb up*.
T: Quanto à conversa de à bocado: Isto da vida é um assunto muito delicado. Dependendo do ambiente em que estiveres, podes tornar-te imortal ou alternativamente, reproduzires-te. Podes até mesmo estar em dois ambientes ao mesmo tempo e...



R: Sim, é isso tudo.

Samuel dirige-se até Érica e mentaliza-se de que lhe vai contar tudo o que sente. Ele já tinha visto em filmes que, é nas discotecas, quando as pessoas estão bêbadas que o "primeiro queijo beijo" acontece. Então, ele lá foi, pega nas mãos da Érica suavemente e diz-lhe:

S: Érica, eu... eu gosto de ti!
E: *Não responde com palavras. Mas sim com gestos. Coloca os seus braços à volta do pescoço de Samuel e esgana-o até à morte aproxima-se dele, docemente e beija-o nos lábios, com força.

Por um momento, parecia que o tempo tinha parado...

T: Isso é impossível porque o tempo é a única coisa que existe à nossa volta, que dá origem a tudo, tal como a formação de massa das células, para formar uma pequena semente, que se tornará numa enorme sequóia, dentro de alguns anos. O tempo é a única unidade de medida existente, não existem letras nem números... Tudo isso foi criado com a intenção para que os humanos o entendam facilmente. No entanto, se este conhecimento for divulgado pela humanidade inteira, a única coisa que traria, seria violência e caos, porque o ser humano é muito conflituoso.

E foi com o discurso intenso e filosófico do Taio que o DJ decidiu colocar uma melodia com uma duração semelhante. E cá está ela:

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Monstro do lago ness

Fan fic da paixão praieira parte 2

Dis is da continuacion:
<--- Façam de conta que este é o Samuel

 <--- E esta é a Érica.

<--- Eu

Samuel tinha visto uma rapariga de cabelos negros, sentada numa rocha que tinha sido escavada pela força das ondas, tanto que acabou por exibir um formato engraçado. Quando submersa, assemelhava-se com uma serpente-marinha gigante. O rapaz decidiu ir falar com a moça e por a sua sorte à prova. Ele aproximou-se e disse-lhe um "oi!". Ficou com algum medo e defecou nas cuecas, porque podia levar uma resposta violenta da moça... no entanto...
Ah, antes de mais, quero dizer que o narrador agora será o Samu até ele se cansar. A gente trabalha por partes:

Moça: Olá! *moveu-se para o lado, sem nunca se levantar e colocou sua a mão aberta na rocha, como se estivesse a pedir para que eu me sentasse.*
Samuel: Olá... t..tudo be..bem? *disse eu, ainda de pé, na areia*
Moça: Sim. Vá lá, senta-te!
Samuel: Es..está bem *sentei-me, com alguma insegurança*
Moça: Como te chamas?
Samuel: <- E tu?
Moça: Sou a Érica.
S: Tu não és destas bandas, pois não?
E: Não mesmo. Comecei a morar em Portugal por causa do emprego do meu pai. Ele era o gerente numa agência de modelos na Holanda, mas com a falta de candidatos holandeses e com o aumento da migração dos portugueses, ele decidiu mudar-se para cá. Também viemos para Portugal para que algumas pessoas interessadas não se fossem embora, porque, para além de necessitarmos de gente para abrir a agência, também não poderíamos deixar o país desabitado. É claro que não faz muita diferença, mas assim continuarão a nascer crianças e tudo mais.
S: Interessante. *wow, acabámos de nos conhecer e ela já me deu a conhecer tantos detalhes sobre o trabalho da família* Já pensaste em participar, quando cresceres? É que és muito bonita.
E: Obrigada *ela soltou um sorriso firme para mim*.
S: E tiveste dificuldade em aprender português?
E: Não. Os meus avós paternos vivem cá e para além disso, tínhamos, e ainda temos, uma casa de férias no Algarve.
S: Ah ok então. *deixei passar uns 20 segundos de silêncio até que perguntei* Bom, vais nadar, aqui, na praia?
E: Ah não, daqui a bocado vou para o café trabalhar. Sou uma das empregadas de lá e entrei há relativamente pouco tempo. Achei que também seria bom eu ganhar algum dinheiro.
S: Sim sim.
E: E tu, tens algum trabalho de Verão?
S: Não, eu sou daqueles que prefere ficar em casa a ler, ver televisão ou ouvir músicas.
E: Ah ah, eu também era assim, quando ainda morava em Overijssel. Só que aqui, em Portugal, os verões são muito mais quentes.
S: Pois devem ser. Lá são temperaturas negativas, não são?
E: Nem por isso. Em Overijssel, as temperaturas rondam os 16/17 graus, mas haviam outras províncias muito frias!
S: Está bem... *deixei passar mais algum tempo até que perguntei* Olha, gostarias de ir ao café?
E: Sim, calha bem. Está quase na minha hora, também!
S: Boa! Assim posso comer de borla!
E: Ah ah, posso fazer-te um desconto, se quiseres?
S: E se eu não quiser?
E: Terás de pagar pelo preço normal! Desculpa, mas não há outra alternativa *disse ela, enquanto ria baixinho*.
S: Sendo assim, prefiro o desconto mesmo *disse eu, enquanto fazia o mesmo que ela*.

Dirigimo-nos até ao café enquanto conversávamos sobre assuntos irrelevantes para o Monstro do lago ness e também para a maior parte de vocês, aí do outro lado. A não ser que sejam uns fofoqueiros do pior, aí sim, adorariam estar comigo e com a Érica naquele momento.
Eu tinha um sentimento diferente com ela... apetecia-me beijá-la, abraçá-la, ficar agarrado ao pau grosso a ela para sempre... sentia-me confortado ao seu lado. Era como um anjo da guarda... mas no feminino.
Entretanto, na Noruega no café, sentei-me numa cadeira de uma mesa no lado de fora e aguardei pela Érica, com o café que eu pedi. Um tempo depois, ela chegou, com uma chávena e com uma lata de coca-cola. Ela sentou-se à minha frente e olhou para o lado direito, quando viu um homem a brincar com um cão, fazendo a brincadeira do disco. Ela comentou:

E: Não achas aquilo fantástico? Uma pessoa e um animal a divertirem-se juntos... é esplendoroso.
S: Gostas de animais, Érica?
E: Sim, muito. Já desde pequenina. E eu adoro homens que são amigos dos animais.
S: Ah, são os que fazem o teu estilo?
E: Sim.

Naquele momento, considerei em falar-lhe sobre o meu gosto por animais, mas achei melhor não dizer nada, não vá ela pensar que eu quero que ela seja minha... Espera, eu QUERO mesmo que ela seja minha, mas ainda é muito cedo para falar com ela sobre esses assuntos.

E: Bom, agora vou entrar no trabalho a sério.
S: Está bem, então vou-me embora.
E: Okay. Gostei de te conhecer, amanhã voltas à praia?
S: Sim, eu moro aqui perto.
E: Está bem, então até amanhã *ela estendeu a sua mão*
S: *apertei-lhe a mão, com muito gosto. Ela tinha uma mão macia, como se fosse feita de penas*. Bom, adeus. *sai, lentamente, enquanto a via com um avental cor de rosa e a segurar numa bandeja prateada, com os dois braços, junto aos peitos*.

Então, sai e fui para casa. Tive uma tarde fantástica, com uma rapariga de sonhos. Mas acho que devo procurar por conselhos, para já estar preparado para enfrentar qualquer desafio amoroso. Portanto, vou pedir ajuda aos meus pais, de certeza que poderei contar com eles.

Os meus pais já estavam em casa e decidi falar com o meu pai em primeiro lugar, visto que ambos somos homens. Ele estava a lavar os pratos, na cozinha, junto à banca da torneira e então, perguntei-lhe:

S: Pai?
P: Sim?
S: Tens uns minutinhos para mim?
P: Provavelmente. Do que precisas? *disse ele enquanto limpava as mãos a um pano amarelo*.
S: *não lhe posso dizer que estou apaixonado por alguém, pelo menos, por agora. terei que inventar...* Um amigo meu gosta de uma rapariga, mas não sabe como conquistá-la. O que poderei fazer para o ajudar?

P:
 *Aham, amigo, sei*. - pensou ele.
Bom, ele pode ir ter com a rapariga e dizer-lhe: "és boa como o milho e também te comia toda, sua espiga gostosa".
S: Pai, a sério!
P: Porque estás tão preocupado com o teu amigo? Ele também tem pais não tem?
S: *Bolas!* Ter tem, mas eles estão...na Finlândia!
P: Interessante...
S: Bom, como é que conheceste a mãe?
P: Foi há um bom tempo atrás, mas lembro-me como se tivesse sido há 3 segundos atrás, o tempo que necessito para me lembrar de algo. Bom, foi num dia em que eu estava no meu carro e parei à porta da casa dela, para beber um sumo. Quando ela apareceu, comecei a conversa, e ficámos a falar durante a tarde inteira. Depois, mais tarde, comecei a engatá-la com uns termos mais sexys e ela acabou por ficar toda derretida.
S: Entendo, então... obrigado pela ajuda, penso.

Dirigi-me até ao quarto dos pais, onde a minha mãe se encontrava. Ela estava a engomar umas roupas quaisquer. Eu perguntei-lhe:

S: Mãe, podes ajudar-me?
M: Sim, do que precisas?
S: Eu tenho um amigo que quer conquistar uma rapariga, mas não sabe como há-de agir. Como é que o pai te conquistou? Já agora, passa à frente da parte do carro e dos termos sexys.
M: Ah, sendo assim, vou continuar a engomar.
S: Porquê?
M: Porque foi exactamente dessa maneira que o teu pai me conquistou!
S: Oh, está bem então.

Fui-me embora e deixei o tempo correr... correr, correr. Entendi que não podia contar com a ajuda dos meus pais e o meu irmão ainda não estava em casa. Eu não pretendo adiar as coisas, portanto, amanhã, vou encher-me de coragem para convidar a Érica para sair! Tenho pensado! Boa noite!


Passou-se a noite, a manhã, uma parte da tarde, até às 16:30... sai de casa e fui até à praia, ao sítio do costume, marcado pela rocha serpentina. Vi a Érica e começámos a falar normalmente. Quando chegou a hora de ela ir para o trabalho...

S: Olha Érica...
E: Sim?
S: Eu queria que... *naquele momento eu estava bastante desconfortável*
E: Fala moço! Estás muito tenso, desembucha * disse ela, com um sorriso brilhante no rosto*.
S: Érica, eu queria saber se... tu querias sair comigo amanhã?
E: Bom, não sei se dá, porque eu já...

LIMITE DE CARACTERES CHEGOU AO LIMITE (really?)!

You know what, bitch? DIE!
O próximo capítulo virá amanhã ou depois ou ainda depois de depois de amanhã. Agora vou responder às perguntas do capítulo anterior mas o número de caracteres não tinha chegado ao limite?

Mas o que irá realmente acontecer? Já disse ali em cima
Será que a rapariga irá rejeitar a amizade de Samuel? Não mesmo
Será que poderão vir a ser amigos muito íntimos? Logo se vê
Ou até mesmo namorados? Logo se vê²
Será que o José encontrou um par para ir ver o concerto dos Sonata Arctica? Idk
Quantos episódios terá o One Piece? 666 x ∞
De que cor é o cavalo branco de Napoleão? ALCO ÍLIIIXXXX!!!
A história de Gef, o mangusto falante é verdadeira? Tanto como a awesomeness dos Milk Hunter. Nunca ouvi esses tipos, btw.

Tomem agora uma canção tão grande que parece que não tem limites, para vos compensar pelo facto da fic ter ficado a metade: