eis alguns memes novos que encontrei enquanto passeava pelo google imagens e por outros sites próprios para tirinhas. e ainda outros foram-me mostrados pelo pokéxico. estão aqui vários, de todos os géneros:
talvez vocês já conheçam algumas bandas com mulheres vocalistas que berram para cacete, algumas das quais incluí neste top 10 e que irei futuramente colocar numa próxima postagem desse género.
no entanto, neste post, não vou falar sobre essas talentosas vocalistas, mas sim sobre outras que (supostamente) cantam (e horrivelmente mal, por noção) e que talvez todos vocês conheçam. espero não ofender nenhum fã que tenha chegado aqui com vontade de ler coisas boas sobre as suas cantoras favoritas. se ofendi, paciência. existem mais postagens pelo blog para animar um tristonho.
well, esta será uma nova rubrica no blog e a cada postagem irei colocar 5 cantoras screamers, growlers e harshes, título da autoria de womenofextrememusic. mas, o que significam estes termos?
-screamer significa gritar, berrar, vociferar, etc
-growler é grunhir, como os cães fazem quando estão furiosos
-harshes é o mesmo que aquilo ali de cima, mas com uma característica. "harsh" é uma palavra que define um som forte, que costuma dar dores de cabeça. ouvir as vozes dessas pseudo-cantoras causa dores de cabeça.
vou também adicionar os géneros musicais que essas cantoras afirmam possuir e também um género musical mais extremo que coincidiria com o estilo das suas canções. a propósito, quero deixar claro que o metal alternativo servirá para todas as cantoras. mas a palavra "alternativo" não tem o sentido de...epá, sei lá, seja lá qual for o sentido dela no mundo da música... mas sim de opção. cada pessoa escolhe entre a vida e a morte quando ouve uma daquelas mulheres a cantar, ups berrar, quero dizer. dessa forma, não precisarei de escrever a palavra "metal alternativo" em todas elas. cá vão:
SHIGI
género: j-rock género extremo: black metal depressivo
esta canta o genérico de encerramento do desenho animado japonês aka anime, "kurozuka". é daquelas animações fantásticas onde cortam cabeças, membros, corpos inteiros e escorre muito sangue. o seu género é black metal depressivo, porque em algumas músicas, ela produz um som melancólico que me entristece o coração. ahah, brincadeira. simplesmente produz um som melancólico com uma voz alternada entre alguns gritos baixos e voz limpa.
no youtube, existe somente a versão curta da sua música (que foi utilizada em "kurozuka"), porque a versão inteira de 6 minutos teve o seu áudio removido. irónico, não é? o que podem fazer é repetir a versão curta onze vezes, assim ficam com aproximadamente 6,16 minutos.
TAYALLYN
género: pop rasca, provavelmente género extremo: metal experimental
a tay allyn é uma cantora que possui uma voz meio estranha. consequentemente, produziu uma música que pode ser definida com esse mesmo adjectivo. tão estranha que alguns youtubers criaram um vídeo de reacção, que costumam ser criados quando é descoberto algo de caricato na internet, como o 2 girls 1 cup ou o lemon party. e bastante caricata que essa música é e como se não bastasse, ainda dá alguns gritos estranhos. o seu género extremo é metal experimental, porque nenhum outro género de música se enquadra nas canções da tay excepto metal alternativo e pop rasca e provavelmente, deve ser uma experiência entre música e sondas extraterrestres, porque uma canção assim não deve ser deste mundo:
CYNDILAUPER
géneros: pop, new wave, rock, blue-eyed soul e dance género extremo: black metal
esta deve ter sido a antecessora de todas as female screamers, visto que começou a sua carreira no início dos anos 80 e porque passa algum do seu tempo a gritar. e como se não bastasse, por vezes levanta a sua voz violentamente, podendo rebentar com os ouvidos de uma pessoa facilmente. apesar disso, é das female screamers que aparecem desta rubrica que mais respeito, por ter ficado mundialmente conhecida à sua própria custa, sem necessitar de se envolver em conflitos sociais, encher os seios com 63 litros de silicone ou aparecer em revistas com títulos como: "acho que perdi peso, devido a um leite sem lactose que comprei num quiosque local".
IMMA FIRIN' MA LAZOR!
ELLIEGOULDING
géneros: indie pop, folktronica e synthpop género extremo: death metal melódico
pois é. ela realmente é bonita fisicamente, mas quanto à sua voz... ehh...
exactamente. a ellie ficou famosa pela sua canção starry eggs eyed, em que canta com uma voz muito aguda, se bem que um bocado gritante. então quando chega aos versos que se encontram perto do refrão, ui ui, é um berreiro. por vezes, ela faz um vozeirão que se assemelha a um peru, bastante maltratado a gorgolejar de dor!, principalmente quando ela carrega nos "A"s e nos "E"s de uma forma muito aguda.
DOROTEAMELE
géneros: pop, jazz, voicecraft género extremo: black metal sinfónico
não estão a ver quem é que ela é? então e aquele maldito anúncio da calzedonia, onde surge uma mulher que mais se parece com uma boneca de plástico e uma voz super barulhenta, repetitiva e inaudível como música de fundo? lembram-se dessa maldita música? é da autoria da dorotea mele. ainda não se lembram dessa música? não precisam de a ouvir, para o vosso bem. só para terem a noção da barulheira que ela faz, digo-vos já que, se eu tivesse deixado a luciana abreu no autoclismo, em vez de a ter listado numa postagem desta rubrica, a dorotea seria a cantora mais barulhenta que já alguma vez apareceu por esta área.
espero que não tenham perdido a vossa fé nas mulheres como vocalistas (ou na humanidade), portanto vou compensar-vos, caso tenham pensado dessa maneira (ou até mesmo se ouviram alguma das músicas destas lobas) com uma canção de uma banda awesome com uma mulher a cantar!:
no passatempo nº76, não houve participantes a arriscar a adivinhar o animal em questão. vamos atão a uma análise confiável do bicho:
o lemingue é um rato roedor que habita no brasil 8D ártico, conhecido pela sua pelagem distinguível dos outros bichos que vivem nessa região, que ilustra um padrão mais colorido ao invés de se parecer com uma versão albina de outro animal da mesma família, vivente em zonas mais temperadas. outra coisa bastante popular no lemingue é a sua pelagem (outra vez a falar disso?) e a camada de gordura presente no seu corpo. no entanto, se cortares todo o seu pêlo, ele ficará semelhante a uma salsicha. no entanto², se chamares "gordo" a um lemingue, ele tornar-se-à num animal bastante rebelde e agressivo, podendo responder-te de uma maneira violenta. ahaha, estava a brincar. é claro que ninguém iria falar com um lemingue, não é que ele não pudesse responder, mas sim porque seria necessário ir até ao ártico para falar com um. ainda assim, há quem faça entrevistas aos lemingues, perguntando-lhes se é difícil fazer uma migração em terra com muitos outros animais da mesma espécie, ou se ficaram traumatizados ao ver os seus familiares mortos na água... aí, eles podem ficar muito tristes, porque, embora tenham uma memória de galinha (mesmo sendo roedores), acreditam em tudo o que lhes é dito! se um dia, algum lemingue receber um email com uma imagem assustadora que pede para que o receptor envie a mensagem para mais 30 contactos, ele fá-lo-à! ah, e voltando às características dos lemingues...
...depois da migração, quando se encontram à beira-mar, os lemingues amandam-se para a água e morrem lá. alguns morrem afogados porque são lerdos e não sabem nadar, outros suicidam-se porque estão tristes com a vida e ainda há a possibilidade de quererem seguir a tradição. porém, alguns ainda podem sobreviver, usando os cadáveres dos animais como plataformas no mar, para chegarem a um destino qualquer. mas é claro que os lemingues não se atiram à água em fila indiana (mesmo que o fizessem, não iriam fazer o efeito de escadaria no meio do mar) e também não nos podemos esquecer que o número de lemingues é finito, caso contrário, teríamos mais roedores que água no mundo. também pode aparecer um barco da PETA ou da greenpeace, de propósito para salvar os pequenotes, mas, desde quando é que essas organizações enviam barcos?
agora, dentro das hipóteses possíveis e racionais como se um lemingue falante pudesse ser alvo desses adjectivos, lololol, os roedores podem decidir ficar em terra, apanhar boleia de um barco, sem ser da PETA ou da greenpeace, (e sim, isso pode acontecer), nadar até chegarem a terra ou virar comida de peixe OU, servir para protagonistas num documentário sinistro da disney.
As três personagens viajam até ao ano de 2062, onde o aeroporto internacional de Denver foi (ou será) demolido. Eles encontram alguns arquitectos e várias máquinas sofisticadas em redor do recinto do aeroporto. Eis que chegam ao pé de alguns dos arquitectos e começaram a falar com eles.
Junior: Hey, senhores e senhoras trabalhadores?!
Trabalhador1: Oh, sim. Trabalhar. É o que nós fazemos, trabalhar e mais trabalho.
Junior: Gostaria de vos mostrar algo fantástico, vocês irão todos gostar!
Trabalhadora2: Fantástico! Desde a morte da minha sogra que não me tem ocorrido algo de esplendoroso.
Roberta: *murmura baixinho* Ainda se fazem piadas com sogras?
Rallo: *responde-lhe, também murmurando* As sogras nunca irão acabar, as piadas também não. Logo, as piadas de sogras serão eternas.
Trabalhador1: Então, o que nos querem mostrar?
Junior: Um vídeo pornográfico que a minha irmã fez com a minha mãe, que é bastante moderno.
Rallo: *murmura* Circa 2014.
Junior: *dizendo apenas com o canto da boca* Shhh!!!
Roberta: Junior!
Junior: Oh, esta não é a minha irmã. Na verdade, ela suicidou-se após ter visto o vídeo. Este é o meu irmão, Roberto, que mudou de sexo, devido a uns problemas com a andropausa.
Trabalhador3: Mas parece tão jovem!
Junior: Sim, porque, para além de ter mudado de sexo, fez uma operação de rejuvenescimento.
Trabalhador4: Ok, então mostra-nos o tal vídeo.
Junior: Ah, pois. Como ele é muito moderno, vocês têm de fazer uma magia para o activar. *aponta para uma falésia* Vocês têm que se atirar dali abaixo. O primeiro a cair tem que esticar os pés, de modo a que o seguinte possa agarrar neles, e assim sucessivamente, com esta música a tocar:
Assim o fazem. Os trabalhadores alinharam e acabaram todos por morrer tragicamente, pensando que iriam ter algum momento de diversão. Eis que Rallo começa a perguntar:
Rallo: Algo vos garante que ninguém vai voltar a tentar demolir o aeroporto?
Junior: Não sei.
Rallo: Nesse caso, temos que fazer com que todos se afastem deste local! Vamos para a máquina do tempo!
Um tempo depois...
Roberta: Rallo, só por teres comprado uma engenhoca de 2063, não significa que estejas avançado o suficiente para repelir as pessoas.
Rallo: Isso é o que vamos ver! *aponta para algumas pessoas que passam por ele* Hey, vocês, se passarem por aqui irão morrer!
Alguém usa uma pistola de laser que deixa o rapaz KO.
Rallo: Então vamos a 2183!
Junior: Está bem.
Acontece o mesmo.
Roberta: Tive uma ideia. Vou a 2010, já volto.
Junior: 2010? O que é que ela foi lá fazer?
Roberta *reaparece em cima da máquina do tempo com algumas barras debaixo do braço* Aqui estou eu. *pega nas barras e coloca-as à volta do recinto*. Pronto, já está!
Rallo: O que foste lá fazer?
Roberta: Fui buscar umas barras a dizer "no trepassing".
Rallo: Hmm, muito bem. Acham que resultou?
Junior: Talvez. Vamos conferir.
Entram na máquina e voltam a 31-12-2093 às 23:59. Fim do ano em:
-20/5
-20/5-0,99+0,1
-2
-0,99+0,1!
GALATRAX SACTAX!!!
Junior: Deja vu!
Roberta: Não, é deja vi.
Junior: O que é isso?
Roberta: Bom, enquanto que no deja vu, vês coisas de que não te lembras, no deja vi vês tudo ao pormenor, tendo também a certeza disso. Dai ser "deja vi", que se assemelha a "eu já vi".
Junior: Mas todas as pessoas vêm antes o que lhes provocou um deja vu posteriormente!
Roberta: Sim, mas se não te lembras, não interessa, lembrar é o essencial.
Subitamente, alguns terramotos começam e muitas labaredas espalham-se por todo o lado.
Rallo: Estão a sentir isto? Há bocadinho isto ocorreu?
Junior: Há bocadinho? Daqui para 2062 passaram-se uma data de anos! E voltamos, o que dá 64 anos!
Então, as catástrofes tornam-se mais sérias. Montes de prédios começam a demolir, pessoas, ciborgues, animais, wtv a arder e algumas das figuras representadas nos capítulos anteriores (o cavalo azul, o soldado vestido de verde e um índio) surgem, acompanhados de um batalhão de crianças zombies, a queimar. O cavalo lança um #cumshot contra alguns prédios voadores, construídos em filinha. Depois, também usou a sua pila para decapitar pessoas e ir ao pacote de algumas, furando-lhes o corpo, ficando com o "atributo" sujo de sangue, ossos e órgãos já moles devido às temperaturas altas. O soldado corta gente ao meio e aquelas que conseguem escapar da espada, levam com um tiro em cheio na cabeça, dispersando os seus cérebros. O preguiçoso do índio pede para que as crianças mortas-vivas façam o seu trabalho, comendo viva a população quase toda.
Junior: Geez, e eu que queria tanto aquele cavalinho. Agora gosto é do índio *_*
Rallo: Não há tempo para mariquisses, temos de fugir daqui o mais rápido possível.
Roberta: Gente, porque é que aquele general está a mandar um #shot para o nada, no entanto, direccionando-se para nós?
Rallo: *vira-se para trás* OMG! Ele destruiu a máquina do tempo!
Junior: *aponta para uma floresta escura ali perto* Vamos fugir para ali!
Eles correm a 7 pés pela floresta, sem se afastarem muito da cidade.
Junior: *a ofegar repetidamente* Gente, tive uma ideia...
Rallo: *a limpar o suor com o braço* Conta.
Junior: Temos de descobrir a nossa certificação de óbitos. Caso estejamos vivos em 2094, talvez possamos "ir ter connosco" e roubar a nossa máquina do tempo. Se estamos vivos é porque tivemos um passado alternativo, onde nos portamos bem e não usámos a máquina do tempo para impedir os trabalhadores de demolirem o aeroporto.
Rallo: Ou seja, nesse passado alternativo, safámo-nos né? Mas continuamos com a máquina.
Junior: é.
Roberta: Vocês acreditam nisso?
Junior: Não devemos descartar esta opção.
Rallo: E se estivermos mortos?
Junior: Sobre isso..., eu penso durante o caminho para a casa da gaja que tem os certificados dos obituários. Talvez devamos rezar para que estejamos vivos.
Roberta: Mas tu és ateu! E, porque uma gaja?
Junior: É um dos dois sítios onde elas ficam melhor. O outro é na cozinha.
Roberta: Como feminista discordo com o que disseste, seu cornudo do caralho!
Rallo: Eu também.
Roberta: Tu és feminista?
Rallo: Bom, eu gosto de mulheres... Serve?
Roberta: Talvez. Sendo assim os violadores de mulheres também são feministas. Gostam delas para as fornicar.
Estes continuam a falar do assunto enquanto procuram pela "casa da gaja que tem os certificados dos obituários". A sorte deles foi tão grande que encontraram um sinal de direcção que dizia: "<-- casa da gaja que tem os certificados dos obituários". Se procurarmos pelo "edifício onde o Kurt Cobain não se suicidou que ardeu em 1999 devido a uma radição solar extrema captada", iremos obter uma direcção! (possivelmente). Eis que os 3 irmãos entram e dirigem-se à recepcionista:
Roberta: Boas!
Rallo: Nada disso. Não lhe ligue, ela mudou de sexo.
Roberta: Isso não muda nada, seu besta.
Junior: Procuramos pelos certificados de óbitos de Rallo Tubs, Roberta Brown e Cleveland Junior.
Recepcionista: Jasus! Estou eu no meio desta catástrofe e não é que me aparecem 3 tipos a perguntar sobre os certificados de morte de outros 3 tipos? Epá, eu sei lá, já lhes saiu a sorte grande caso não tenham sido mortos neste apocalipse, mas provavelmente já foram desta para mel...
General Verde: *trepassa a sua espada no pescoço da mulher e depois levanta-a bruscamente*.
A cabeça da recepcionista foi arrancada e caiu nas mãos de Junior, enquanto litros de sangue espirravam pelo pescoço dilacerado. Eis que o General sai do local em busca de mais vítimas.
Junior: *agarra na cabeça com um ar de repugnância e grita assustado* AAAAHHH!!! UMA CABEÇA!!! *atira-a para o lado*.
Roberta: *agarra na cabeça com um ar de repugnância e grita assustada* AAAAHHH!!! UMA CABEÇA!!! *atira-a para o lado*.
Rallo: *agarra na cabeça com um ar entendiante e diz* Oh, uma cabeça. *manda-a para trás como se fosse um papel embrulhado*.
Junior: E agora, o que fazemos?
?: Vocês deveriam ter consciência do que fizeram antes.
Roberta: Recepcionista do passado?
Jake: Não. Eu sou Jake Titor, o filho de John Titor. O meu pai morreu quando levou com uma paulada daquela rocha que um de vocês lhe atirou à cabeça. Lembram-se? E roubaram a máquina do tempo.
Junior: Nós estavamos curiosos!
Jake: A curiosidade matou o gato-de-portão-magnético.
Rallo: Óssome.
Jake: Eu vou dar-vos a minha máquina do tempo para voltarem a 2014. Eu quero que vocês se atacam a vós próprios antes de chamarem o meu pai pela Internet. Eu nem devia estar a dar-vos este conselho. Se há algo que contraria as leis das viagens do tempo, dar conselhos à gente do passado e impedir acontecimentos são alguns exemplos. Vocês deviam desenrascar-se por si próprios e não estar sempre a pedir ajuda aos outros!
Roberta: Lei imprestável. Podíamos impedir o 11 de Setembro em 2001.
Rallo: Nem pensar. Não viste o que ocorreu no Family Guy?
Roberta: Claro que sei! Somos primos!
Rallo: Não, somos apenas amigos.
Roberta: Niet! Somos primos, porque o criador das duas séries é o mesmo.
Rallo: Sendo assim, esta pode ser irmã gémea desta.
Jake: Eu nem devia estar aqui mesmo. Se o meu pai faleceu antes do seu próprio nascimento, eu nem devia estar aqu... *começa a espirrar muito sangue e alguns intestinos da boca dele. de seguida, desintegra-se*.
Junior: Gente, temos que acabar com este terror! Teremos que ser mais rápidos que uma folha num dia de vento, senão a máquina também se irá desintegrar rapidamente!
Rallo: Mas, apenas se a folha estiver morta. Se estiver verdinha custa mais a voar. Porque, passada desta para melhor, estaria mais rápida.
Junior: Então confirmas que os zombies são mais rápidos do que um humano vivo?
Rallo: Sim.
Junior: Eu adoro a tua filosofia.
Rallo: E eu adoro as pernas da Jennifer Lopez.
Entretanto, o cavalo azul, o índio e as crianças zombies surgem em 2014, para acabar com tudo o que encontram. A água vira lava, as habitações começam a ruir, pessoas aparecem totalmente decepadas, com os seus corpos abertos.
Cavalo: Nhen nhen nhen! Que o poder do horror caia sobre vocês todos!!!
Cleveland: Nem pensar! Donna, vamos embora!
Donna: Boa, para onde?
Eis que eles encontram alguns punks canadenses a atirar-se à água (pensado que era água). Os seu corpos derreteram, mas os seus cabelos, de tão falsificados que estavam, resistiram à lava. Assemelhavam-se a plataformas. Com a tamanha agitação pela terra inteira, as marés de lava dispersaram-se mais rapidamente, levando as cabeleiras para junto de Cleveland e Donna.
Donna: É de mim ou os protagonistas andam a ter demasiada sorte nesta fic?
Cleveland: Sorte? Chamas a ser queimado vivo "sorte"?
Donna: Nós ainda não começámos a arder. Podemos agora mesmo usar as cabeleiras como se fossem uma prancha de surf. Sem a parte do "prancha" e "surf".
Cleveland: Ou seja, ficamos com um "de".
Donna: Diz que sim. Vamos lá saltar para as perucas destes punks canadenses.
Cleveland: Não são canadenses! São dos EUA!
Donna: Ai são?
Cleveland: São!
Donna: Não são!
Cleveland: São!
Donna: Não!
Cleveland: Sim!
Donna: Animesgorept!
Cleveland: Soundandmusicpt!
Donna: Eeeeeewe!
Cleveland: Ouniversoparanormal!
Donna: Estranhosanimais01! Espera, porque estamos a fazer publicidade aos blogs do escritor desta fan fic?
Cleveland: Pagam-nos para isso. Eu já fiz uns quantos, como este:
(Agora imaginem o Cleveland, com um sorriso idiota a protagonizar este anúncio).
Cleveland: Já agora, são!
Donna: Não são nada, seu trolha! No Canadá é que surgiu o Punk mais avançado com estes extremismos coloridos!
Cleveland: Mas nos EUA pegou a moda! Nós temos os New Year's Day!
Donna: Pfff, no Canadá existem os Courage My Love.
Cleveland: Pfff, grande coisa, Nos EUA temos o Quim Barreiros.
Donna: Cleveland, o Quim Barreiros não é de Punk, nem é americano.
Cleveland: Faz de conta.
Índio: Eu vou fazer de conta que estou a jogar ao "adivinha quem é?", numa versão mais extrema! *pega nos olhos da Donna e arranca-os, deixando os vasos sanguíneos romperem, um a um*. Que giros! *come-os*.
Donna: Nããão!!! *Começa a espirrar sangue pelos buracos oculares*.
Cleveland: Oh, que belos orifícios aí tens!
Donna: Não fales mal do meu nariz!
Cleveland: Eu estava a falar dos teus olhos. Ou melhor, dos teus ex-olhos. *dá um pontapé no índio e este cai na lava*.
Índio: Ahh, estou a derreter!
Cleveland: Fixe!
Índio: Não, não é nada "fixe"!
Donna: *pega na mão do Cleveland e puxa-o* Anda, vamos!
Cleveland: Tu estás cega, como podes definir os sítios para onde vamos?
Donna: As mulheres têm melhor sentido de orientação que os homens!
Cleveland: AHAHAHAH! A sério? Onde leste isso? No Só Rir? Nem sequer sabem colocar uma bola na baliza!
Donna: *dá um pontapé nos tomates do Cleveland*. Humm, parece-me que chutei bem em duas bolas.
Cleveland: Uiii!!
Cavalo: *a sobrevoar, em cima de Cleveland e Donna, dizendo com uma voz maligna* Yayayah! O vosso fim chegou! *absorve energia do ar para lançar um laser potente pelos olhos*.
Donna: Cleveland! Pega numa cabeleira punk canadense e atira ao cavalo!
Cleveland: Donna, não é canadense, é...
Donna: *interrompe e faz uma cara satânica e assutadora com uma voz gutural* ATIRA. A. PUTA. DA. CABELEIRA!
Cleveland: *encolhido, a tremer com muito medo*. Es..está bem..senhora! E acho que perdeste peso... *sorriso forçado e atira a cabeleira*.
Cavalo: *leva com a cabeleira, que lhe tapa a visão. Ele ataca, mas rebenta com a cabeleira, que consequentemente explode com a sua cabeça. Começa a esvaiar-se em sangue, que espirra em todas as direcções* Ahh!! Malditos sejam!
Cleveland: Donna, e agora? Estou farto deste cheiro a sangue e a dióxido de enxofre! Quero o meu oxigénio de volta! Eu não vivo sem ele!
Donna: De facto, o oxigénio puro é tóxico. Se só existisse disso na atmosfera, estaríamos todos mortos.
Cleveland: *revirando os olhos* Tá.
Então, Cleveland Jr, Roberta e Rallo voltam a 2014, onde se encontram a mexer no computador.
Rallo: É assim: Damos-lhes uma paulada com qualquer coisa para eles desmaiarem e assim, estarão impedidos de comunicar com o Titor.
Junior: Vai doer?
Rallo: Talvez um pouco.
Aproximam-se. O Rallo dá uma pancada ao seu outro ele e exclama: Au! O Junior faz o mesmo e também faz a mesma interjeição. Chega a Roberta e pega no computador e bate com ele na cabeça da sua outra ela. Ela diz: Auuuie! Cai-lhe um pouco de cérebro pelo nariz. Os pais vêm a cena assustados, pois viram os seus filhos vindos do futuro, mas exactamente no mesmo momento que os outros, já desmaiados! Abre-se um buraco negro que leva tudo para o seu interior. Alguns suicidas que foram encornados no Facebook e na vida real quiseram atirar-se para lá. O Passos Coelho estava de passagem, mas o Cleveland fez-lhe um roundhouse kick. É pena que foi necessário voltar atrás novamente, mas ainda mais atrás. O Junior cobriu a rocha que falava sobre 2094 com a sua t-shirt. Com isto, os "eles" vindos do futuro desintegram-se, assim como a máquina do tempo. A família trabalha no aeroporto, a limpar aquela joça toda, ganharam dinheiro e foram p'ró Canadá. John Titor não morreu, muito menos o seu filho! Thy End!
ainda há uns dias comemorei o dia do black metal e agora comemoro o dia sem metal. é verdade, um dia passa-se sem se ouvir uma única música derivada do heavy metal. apenas rock, folk, rap, pop, entre outros. se bem que ainda ouço algumas bandas não-metálicas com mais metal do que muitas outras que andam por aí, com o perguntando a alexandria ou vingança de sevenfold. adiante, desejo-vos um feliz dia sem metal, se bem que um dia sem música verdadeiramente brusca não é bem feliz, mas há sempre outras coisas para compensar, né?